transformamos a vida de milhares de jovens através da educação.

Everton Sabú
Fundador

Junte-se a Nós nesta missão!

Conheça 5 desafios em ser um empresário

Os desafios em ser empresário podem assustar algumas pessoas, mas como a própria palavra diz, não se tratam de problemas e sim de desafios.

Todos os empresários bem-sucedidos, durante a caminhada, aprenderam a extrair o melhor de cada experiência, transformando esses desafios em oportunidades de crescimento pessoal e empresarial.

Neste texto, falaremos sobre o que é preciso para ser um empresário, quais as compensações e desafios e o que fazer para contorná-los. Confira!

O perfil empreendedor

Várias características podem favorecer o empreendedorismo.

Não existe nenhum impedimento para que qualquer pessoa se torne empresária, entretanto, os indivíduos que têm sucesso como empresários geralmente têm em comum as seguintes características:

  • facilidade para identificar oportunidades;
  • gosto por desafios — ou, no mínimo, não ter medo deles;
  • iniciativa;
  • espírito de liderança;
  • coragem e ousadia;
  • sonho de independência;
  • comprometimento e capacidade de “vestir a camisa”.

Se você não se enxergou completamente na lista acima e acredita que estão faltando algumas dessas qualidades em seu perfil, não se preocupe. As habilidades também podem ser desenvolvidas ou aperfeiçoadas.

Esse aperfeiçoamento pode se dar por meio de:

  • cursos;
  • estudos por conta própria;
  • conselhos;
  • reflexões e a própria experiência do dia a dia.

Não subestime a importância de buscar desenvolver-se cada vez mais. Os desafios virão e um empresário precisa estar preparado.

5 desafios em ser um empresário

1. Instabilidade financeira

Um empresário deve estar ciente de que sua renda será flutuante. Não há garantia de entrada de receita, cada dia é uma batalha.

Nos primeiros anos, especialmente, é preciso ter paciência, pois o negócio leva algum tempo até começar a dar lucro e o empresário também precisa de tempo até se acostumar com o padrão de despesas que a empresa demanda.

Existem outros fatores que influenciam na instabilidade dos rendimentos da empresa, entre eles:

  • sazonalidade do mercado (há épocas mais propícias para certos tipos de vendas, assim como há épocas de baixa procura);
  • nível de endividamento da empresa;
  • rotatividade de funcionários (gerando custos com contratações e verbas rescisórias).

Assim, é importante que haja planejamento e muito autocontrole para administrar as finanças de um estabelecimento.

 

perfil-empreendedor

 

2. Legislação e tributos

A constituição formal e jurídica de uma empresa requer uma série de procedimentos iniciais, como:

  • Confecção e averbação dos contratos (estatuto social, contrato de franquia etc.);
  • Registro na Junta Comercial;
  • Expedição de alvarás de funcionamento perante a Prefeitura;
  • Inscrição Estadual;
  • Licença ambiental, se for o caso;
  • Inspeção pelo Corpo de Bombeiros;
  • Contratações de empregados e assinatura de Carteiras de Trabalho;
  • Contratação de contador.

Pesquisas apontam que o Brasil é o 130º país no ranking mundial de facilidade para abrir um negócio. Isso significa que temos um dos processos mais burocráticos do mundo.

Fora a abertura da empresa, o dia o dia também demanda outras providências, como a observação das normas de direito do consumidor e pagamento de tributos.

A legislação tributária brasileira é complexa, o que faz com que muitos se confundam sobre quais impostos precisam pagar e também quanto a forma de cálculo.

No entanto, todas essas providências são fundamentais para que a empresa opere regularmente, evitando autuações administrativas ou processos judiciais.

3. Gestão de pessoas

Falar em empresa é falar em pessoas, afinal, nenhum negócio sobrevive só com uma grande ideia ou um ótimo produto. São necessárias pessoas para fazer com que o produto chegue ao cliente de forma satisfatória.

No ramo da prestação de serviços, a importância dos recursos humanos é ainda maior, pois os serviços são prestados por eles.

A gestão de pessoas é um assunto que não sai da pauta dos consultores empresariais e estudiosos do mundo dos negócios, sendo considerado o grande desafio do século XXI.

Saber administrar talentos e gerenciar pessoas é um dos talentos que um empresário precisa ter — ou adquirir.

Isso não é fácil, pois além de paciência e sensibilidade, requer conhecimentos de gestão, direitos trabalhistas e até um pouco de psicologia.

Porém, esses são alguns dos conhecimentos que mais agregam à vida do empresário, como pessoa e também ao sucesso da empresa.

4. Fusão entre vida profissional e vida pessoal

Quando você é o dono do negócio, fica mais complicado estabelecer uma jornada de trabalho com início e fim. Muitas vezes, é impossível não levar o trabalho para casa ou passar uma noite ou fim de semana sem pensar nas questões da rotina empresarial.

Um empregado tem funções mais definidas dentro de uma empresa, com carga horária e salário determinados. Para o dono do negócio, não há delimitações: é preciso entender um pouco de tudo e não há um expediente predeterminado.

Eventualmente, a vida pessoal do empresário acaba se fundindo com a da empresa.

Isso é muito evidente nos casos de empresas familiares e de empresários que moram no mesmo prédio da empresa, por exemplo. Em geral, nenhum negócio está imune à possibilidade de interferir na vida do seu dono e vice-versa.

Outro grande desafio é não misturar as finanças pessoais com as finanças da empresa. Esse, inclusive, é um dos fatores que mais leva à falência de negócios.

5. Equilíbrio emocional

Como resultado de todos os desafios citados nos itens anteriores, naturalmente, o emocional do empresário também fica afetado.

Geralmente, essa é a parte que menos o preocupa: a prioridade é fazer a empresa funcionar, manter o caixa positivo e a estrutura funcionando. A saúde é geralmente relegada ao segundo plano.

Entretanto, o empresário precisa estar ciente de que caso tenha um problema de saúde, talvez ele não possa contar com o INSS, diferentemente de seus funcionários.

Além disso, não se pode esquecer que o empresário é peça fundamental no funcionamento da empresa e para que ele não venha a faltar, precisa manter seu equilíbrio emocional e evitar consequências negativas para sua saúde.

As compensações

É claro que, além dos desafios, há os louros a serem colhidos.

O êxito financeiro é apenas uma entre tantas compensações que um negócio pode gerar, aliás, ele é apenas a consequência do sucesso em outras áreas.

Uma empresa, quando bem-sucedida, não transforma só a vida do seu dono: ela gera impacto positivo na vida de clientes e funcionários também.

Ao assumir as rédeas de uma empresa, dificilmente um indivíduo volta a querer estar em outra posição. Não que as demais sejam inferiores! Todas as funções são importantes, o mercado não sobreviveria se todos quisessem e pudessem ser líderes.

No entanto, a satisfação de estar à frente de um projeto de sucesso é insubstituível e as recompensas são diretamente proporcionais ao esforço.

Como driblar os desafios

Todo sonho requer alguns sacrifícios e com uma empresa isso não poderia ser diferente: há responsabilidades a serem assumidas, habilidades a serem desenvolvidas, adversidades a serem contornadas… Mas todos esses fatores são oportunidades de crescimento pessoal, que impactam diretamente no crescimento da empresa também.

A chave para driblar os desafios em ser empresário é seguir se aperfeiçoando para desenvolver as habilidades necessárias, como dissemos acima no item sobre o perfil empreendedor. Faça nosso teste para descobrir se você tem perfil empreendedor e continue em busca do seu sonho!

É possível trabalhar e empreender ao mesmo tempo?

Muitos trabalhadores sonham em abrir seu próprio negócio. Em épocas de crise, o número de empreendedores costuma aumentar, pois as pessoas procuram oportunidades de complementar a renda e de garantir melhores condições de trabalho. Muitas, entretanto, preferem não sair de seus empregos formais.

Trocar o trabalho atual, algo certo, por um novo empreendimento, em um caminho que ainda está se construindo, não é uma decisão fácil. Por isso, em muitos casos a melhor opção é, de fato, conciliar as duas tarefas: trabalhar e empreender. Assim, é possível reduzir os riscos do trabalho autônomo e ir testando a ideia antes de abrir mão da renda que já existe.

Mas, como alavancar um negócio próprio sem perder o emprego atual? Neste post, organizamos ótimas dicas para quem quer conciliar o emprego de carteira assinada com um trabalho autônomo. Confira!

Tenha foco

Abrir um negócio nunca é uma tarefa simples. Para quem já vai começar em dupla jornada, é preciso ter ainda mais disposição e foco. É importante reconhecer que você tem um emprego em tempo integral e que será preciso trabalhar no terceiro turno para colocar seu negócio para a frente.

Manter duas atividades paralelas exige de você muito compromisso e motivação, mas, antes de tudo, é necessário ter clareza do caminho a ser seguido. Esteja consciente de que o seu negócio trará desafios diários, para os quais é preciso estar preparado. Para conciliar as atividades de trabalhar e empreender, você precisa estar disposto a vencer obstáculos.

Outro aspecto importante é saber que a sua vida não será a mesma depois dessa decisão. Prepare sua família e amigos para que eles entendam que você trabalhará mais e, pelo menos por um tempo, terá retorno financeiro menor.

Todos precisarão compreender que esse momento inicial é mais de investimento do que de colheita. Além disso, contar com a parceria de familiares e amigos para tocar o negócio é um ótimo diferencial.

Planeje seu negócio

Um ponto muito importante para todo empreendedor é entender sua motivação. As chances de sucesso serão maiores se você estiver abrindo uma empresa porquê, de fato, se interessa pela área.

Iniciar uma atividade autônoma sem ter afinidade com ela ou apenas seguir a moda e os conselhos de outras pessoas não é o melhor caminho, principalmente se você está conciliando isso com outro trabalho.

Comece pesquisando tudo sobre o empreendimento que você quer abrir e monte um plano de negócios. Trace os primeiros passos da sua nova carreira, conheça a área, estabeleça objetivos iniciais e faça planos para conquistá-los.

De início, tenha metas realistas e foque em um projeto só — nada de planejar várias frentes de ação para a sua empresa, por exemplo. Lembre-se de que, por enquanto, o seu tempo de dedicação está limitado.

Não se esqueça de separar uma reserva financeira antes de empreender. No início, o retorno é muito baixo ou até inexistente. Você não pode comprometer toda a sua renda atual e, por isso, o ideal é se organizar financeiramente antes de começar o negócio.

 

 

Aproveite bem o tempo

gestão do tempo é essencial para quem se propõe a trabalhar e empreender de forma simultânea. Sua rotina de trabalho será mais desgastante e, por isso, organizar seus horários e atividades é o melhor caminho para superar a exaustão e fazer o dia render.

Mapeie o tempo que você tem disponível para empreender e perceba quais são seus horários e dias de folga no trabalho. Provavelmente, você poderá se dedicar mais ao seu negócio durante o horário de almoço, à noite e nos fins de semana. Assim, é necessário que você pense com cuidado na distribuição das tarefas nesses períodos.

Pode parecer estranho, mas uma dica muito importante é que você não deixe de separar algumas horas para descansar e ter momento de lazer. Trabalhar o dia inteiro é muito cansativo e sobrecarrega sua mente. Negligenciar a saúde é algo negativo para você e pode, inclusive, comprometer seus resultados nos dois trabalhos.

Seja organizado

Para garantir a produtividade ao conciliar o trabalho e o empreendedorismo, é preciso muita organização. Uma boa dica é se dedicar completamente à função que você está realizando em cada momento. Enquanto estiver na empresa para a qual você trabalha, não desvie sua atenção para atividades do seu negócio. Faça o mesmo nos momentos em que estiver se dedicando ao trabalho autônomo.

Outra estratégia importante é anotar todas as informações e organizar cronogramas. Como você está lidando com dois contextos de trabalho, será mais difícil se lembrar das atividades e cumprir prazos. Se você se dedicar a duas tarefas sem se organizar o suficiente, há um grande risco de falhar em ambas.

Evite conflitos éticos

Este ponto é importantíssimo. Se você está entrando no mundo dos empreendedores, vai querer fazer isso do modo mais amigável possível. Assim, evitar mal-estar no seu trabalho é fundamental. Antes de tudo, é preciso ter respeito e consideração pela empresa na qual você está atualmente.

Evite abrir um negócio que seja concorrente direto do seu patrão e não seja desleal em relação aos clientes e fornecedores dele. Evite, também, misturar o trabalho atual com o seu projeto — é falta de ética realizar funções do seu negócio durante o horário de trabalho. Além de não querer prejudicar sua imagem no mercado, você também não quer correr o risco de perder sua renda atual, não é mesmo?

Em algum momento, você se verá diante da decisão de sair do emprego e focar completamente no seu negócio. Quando o retorno financeiro estiver maior e sua empresa passar a exigir mais do seu tempo para crescer e se consolidar, você se sentirá mais seguro em ficar apenas com essa fonte de renda.

Quando isso acontecer, o ideal é sair do seu emprego com uma boa imagem, pois assim você deixa as portas abertas para futuras parcerias e pode até aproveitar o networking construído lá.

Enfim, com nossas dicas você viu que é possível trabalhar e empreender. Conciliar essas duas atividades é algo complexo, mas com organização, ética e visão de negócio você pode conquistar muito sucesso. Aproveitar a estabilidade no emprego atual para iniciar um empreendimento com calma e segurança pode ser uma grande oportunidade!

E então, gostou do texto? Quer continuar recebendo conteúdos interessantes sobre empreendedorismo? Curta nossa página no Facebook e acompanhe nossas publicações!

História do mercado de franquias no Brasil

As franquias no Brasil são uma grande oportunidade de empreendimento. Elas estão por toda parte e abrangem os mais diversos tipos de produtos e serviços.

Algumas são internacionais, no entanto muitos empreendedores locais, de olho nesse mercado, já transformaram o seu estabelecimento em franquia, enquanto outros encaram essa opção como a melhor para abrir um negócio próprio.

Hoje, é comum ver os shopping centers brasileiros compostos por muitas franquias. O modelo de negócio vem crescendo de forma consistente e aumentando o seu faturamento. Mas, como se iniciou a história das franquias no Brasil? Como esse mercado se organiza? Existe legislação e órgãos regulatórios?

Continue a leitura e descubra a resposta a todas estas perguntas!

História das franquias no Brasil

O franchising debutou no nosso país nos anos 60, e as primeiras marcas que utilizaram esse sistema foram as escolas de idiomas CCAA e Yázigi. Como todo processo inicial, o negócio ainda não tinha definições claras e nem era bem estruturado quando comparado ao que temos hoje em dia. Basicamente, acontecia uma aplicação do know-how da marca por meio do material didático cedido.

Somente na década de 70 as franquias começaram a tomar corpo e ficar mais organizadas e coesas. Assim, marcas de outros segmentos também resolveram entrar nesse tipo de negócio, como Ellus, O Boticário e Água de Cheiro.

Esse fortalecimento do modelo no mercado interno chamou a atenção de marcas internacionais, e no final dos anos 70 desembarcou aqui uma das empresas mais fortes no ramo de franquias e que se solidificou de vez no Brasil: o McDonald’s.

Década de 80 e criação da ABF

O mercado de franquias teve o seu “boom” na década de 80, com a chegada do McDonald’s e de outras marcas internacionais. Redes de varejos e confecções viram a oportunidade de lucrar nesse sistema. A construção de shopping centers e a expansão de lojas espalhadas pelo interior dos estados brasileiros contribuíram para o fortalecimento.

Diante do crescimento do mercado, o governo brasileiro criou um órgão para regulamentar a atividade em terras nacionais, a ABF (Associação Brasileira de Franchising). Essa ação foi benéfica para o amadurecimento do setor e trouxe mais confiança para os investidores.

Anos 90, leis e profissionalização

Depois da ABF, o governo brasileiro criou a Lei º 8.955/1994, que regulariza o sistema de franquias e dá outras providências. A lei só solidificou ainda mais o sistema e fez com que o mercado crescesse e se espalhasse por todo o País.

No período dos anos 90, modelos de franquias foram se espalhando pelo mundo. E já não eram apenas empresas de produtos: a franquia de serviços foi criada, atingindo o mesmo sucesso que outras categorias.

 

 

Funcionamento das franquias no Brasil

A forma de atuação do empreendedor no mercado de franquias no Brasil pode ser feita de duas maneiras: como franqueado ou como máster franqueado. Entenda abaixo como funciona cada um:

Franqueado

É o empreendedor primário. Ele possui apenas o direito de utilizar a marca e todo o padrão estipulado pela franqueadora.

Franqueado máster

Possui outros benefícios em comparação com o franqueado primário. Além de utilizar a marca e todo padrão oferecido, ele tem autorização para explorar determinadas regiões visando à expansão da franquia.

Em outras palavras, ele pode comercializar subfranquias (que possuem os mesmos direitos de uma franquia primária) para outros empreendedores numa área estipulada pela franqueadora.

É importante salientar que todo empresário, ao solicitar participação como franqueado, está sujeito a uma avaliação feita pela franqueadora, resultando na transferência ou não do negócio.

Diferenças entre uso da marca e franquias

Outro ponto que vale ressaltar é a diferença entre ter a licença para o uso da marca e o modelo de franquia. Entenda:

Licença para o uso da marca

Acontece quando existe autorização para a utilização comercial de uma marca, porém o contrato não traz grandes exigências sobre o padrão a ser seguido e não existe transferência de know-how.

Sistema de franquias

Nesse caso, existe também a utilização da marca, porém é obrigatória a transferência de know-how, além da exigência de que o franqueado siga um padrão.

A semelhança entre os dois métodos é que ambas as marcas precisam estar registradas para dar continuidade aos modelos de negócio.

Legislação de franquias no Brasil

A Lei n°8955/94 é a que regulamenta especificamente o mercado de franquias no Brasil. Ela foi baseada no modelo americano, o grande referencial da época, e determina a existência da Circular de Ofertas de Franquias (COF) durante o acordo entre a franqueadora e franqueado. Mas, qual a sua importância e como funciona?

A COF é um dos fatores essenciais no mercado de franchising. É o documento que descreve de forma objetiva o tipo de negócio franqueado.

Seu funcionamento dentro da negociação acontece da seguinte maneira: é necessário que ela seja entregue ao empreendedor interessado na franquia com dez dias de antecedência. A partir daí o futuro franqueado tem o direito de avaliar a proposta detalhadamente antes da conclusão do negócio em definitivo.

A COF, obrigatoriamente, deve conter informações importantes da franqueadora, entre elas:

  • valores de taxas;
  • balanços financeiros;
  • suporte, que será dado pela empresa franqueadora;
  • layout;
  • investimentos iniciais.

O documento é tão importante que, caso não seja apresentado ou as informações contidas não estejam completas, o franqueado pode exigir o ressarcimento de todo o dinheiro investimento até aquele momento e pedir a anulação do contrato, caso já tenha acontecido.

O sistema de franquias no Brasil já se mostrou um método eficiente e lucrativo de empreendimento. Ele possibilita que o empresário inicie no mercado com uma marca conhecida e testada, além de contar com todo o suporte que uma organização sólida pode proporcionar.

São esses fatores que tornam a taxa de mortalidade desse tipo de negócio baixa e uma das melhores opções para ter sucesso ao empreender. Além disso, é uma ótima oportunidade para troca de conhecimentos, ganho de experiência e networking.

Gostou de saber mais sobre a história do sistema de franquias no Brasil? Para não nenhuma novidade ou conteúdo, siga-nos nas redes sociais! Estamos no FacebookInstagramLinkedIn e Twitter!