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Everton Sabú
Fundador

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Próprio negócio: como se organizar para começar a ser empresário?

A ideia de ser o seu próprio chefe e poder aproveitar todos os benefícios de trabalhar por conta própria tem se tornado cada vez mais atrativa no Brasil. Mesmo em épocas de crise financeira, ser empresário é um caminho vantajoso.

Além de poder aumentar sua renda progressivamente, o empreendedor também desfruta de horários de trabalho mais flexíveis, aumentando sua qualidade de vida. Mas para ter um negócio de sucesso é fundamental que você saiba se planejar.

A falta de preparação dificulta muito a caminhada da empresa e pode até mesmo causar o seu fracasso. Para ajudar você, trouxemos neste post um passo a passo para montar um negócio. Aproveite!

Escolher um nicho de mercado

A primeira escolha que você vai fazer diz respeito ao seu negócio propriamente dito. Com o que você quer trabalhar? O que você pretende oferecer ao mercado? As possibilidades são infinitas. Você pode vender produtos, oferecer serviços, trabalhar com consultoria, etc.

Para definir seu produto, uma boa dica é pensar no que você já sabe fazer e no que você gosta ou tem facilidade. Suas habilidades e conhecimentos atuais podem ser muito úteis para fazer um negócio independente, que você consiga desenvolver até mesmo sozinho nos primeiros meses.

Outro ponto que deve ser analisado é o mercado. Toda empresa existe para solucionar algum problema ou oferecer algo diante de uma necessidade do mercado consumidor. Nesse sentido, você pode desenvolver um aplicativo que facilite a vida das pessoas ou pode abrir a primeira cafeteria de um bairro, por exemplo.

Um novo negócio não precisa necessariamente ser algo inédito. É possível observar o mercado e ver o que pode ser melhorado. Para isso, a ideia de focar em um nicho é muito interessante. Você pode ter muito sucesso abrindo um comércio comum, mas que foque em um público específico e ofereça a ele experiências diferenciadas.

Verificar a viabilidade do negócio

Para ser empresário e obter sucesso, você precisa de muita preparação. Uma ótima ideia não se sustenta sozinha. Sem um bom modelo de negócio e muita capacidade administrativa, muitos empresários acabam desperdiçando ideias promissoras.

Para evitar isso, é preciso desenvolver uma base sólida para sua empresa. Você deve realizar uma extensa pesquisa e montar um plano de negócio. Ele é um documento que reúne todas as informações relevantes para que seu sonho se torne realidade e conquiste o sucesso. Assim, você conhece o que é necessário para desenvolver sua ideia e pode avaliar a viabilidade dela.

Se você tem pouca experiência, procurar o auxílio de um profissional pode ser muito útil nessa etapa. Há diversos consultores ou órgãos de consultoria que podem ajudar você a entender pontos importantes, como a legislação da área que você quer atuar, a documentação necessária para abrir a empresa, os riscos e potenciais da ideia, etc.

No plano de negócio, você tem uma espécie de mapa que indica os caminhos da empresa. Nele você expressa como sua ideia vai ser colocada em prática: quais são os recursos necessários para o funcionamento, como será a entrega de produtos ou serviços para o cliente e qual é a base financeira. Esse documento é reavaliado frequentemente — você pode rever caminhos e pensar em outras estratégias depois de abrir a empresa.

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Escolher o local do negócio

Essa escolha vai depender bastante do tipo de empresa que você pretende abrir. Alguns negócios podem começar na própria casa do empreendedor, como serviços de consultoria. Mas se você vai montar um escritório ou ponto comercial, a localização é decisiva e precisa ser pensada com cuidado.

O local que você escolhe para abrir uma loja ou escritório vai marcar a experiência dos clientes com a sua empresa. Um dos principais pontos a considerar é a estrutura oferecida para eles. Aspectos como estacionamento próprio, facilidade de acesso e movimento das ruas próximas podem fazer muita diferença para o consumidor.

Além disso, você deve procurar locais que concentram um bom fluxo de clientes em potencial para você. Atenção: não estamos falando apenas de uma localização movimentada, mas de um espaço que concentre o maior número de pessoas dentro do seu perfil de consumidor, ou seja, com potencial de adquirir seus produtos ou serviços.

Capacitar-se para o trabalho

Outro ponto fundamental é a sua capacitação não só para oferecer o serviço, mas também para gerir uma empresa. Muitas pessoas abrem negócios na área em que já trabalham e oferecem produtos de qualidade, mas enfrentam inúmeras dificuldades para consolidar a empresa por não terem se preparado para os desafios do gerenciamento.

Para evitar esse erro muito comum, estude bastante. Pesquise sobre todos os detalhes do negócio que você escolheu e se capacite para atuar na área. Identifique quais são os conhecimentos que você sente falta e busque livros, palestras e cursos sobre o assunto. Se for necessário, contrate um consultor para prestar suporte no início.

Além disso, conheça o perfil necessário para ser empreendedor e prepare-se. Para abrir uma empresa, você deve desenvolver visão estratégica, capacidade de calcular e enfrentar riscos, habilidade de liderança e boa comunicação. Precisa também se preparar para trabalhar muito e ter paciência quanto ao retorno do investimento nos primeiros anos. O apoio da sua família e rede de amigos é muito importante nesse período.

Fazer um planejamento financeiro

Ao sonhar em ser empresário, a independência financeira e o aumento da renda são os benefícios mais buscados. Mas não se pode esquecer que uma empresa precisa de caixa e capital de giro para começar. Assim, é preciso se planejar financeiramente antes de abrir o seu próprio negócio.

Você deve ter em mente que, por mais simples que sua empresa comece, será preciso investir dinheiro nela e o retorno financeiro pode demorar alguns meses ou anos. Para ter saúde financeira e não enfrentar dificuldades ao deixar o emprego formal e virar empreendedor, avalie todas as suas possibilidades e se organize.

Se você não tem dinheiro para abrir o negócio agora, há a opção de adiar os planos e continuar poupando ou procurar alternativas. É possível, por exemplo, encontrar um sócio, conquistar um investidor anjo ou solicitar uma linha de crédito para empreendedorismo no banco. Avalie os pontos positivos e negativos de cada opção antes de decidir.

Para conquistar a independência financeira e aproveitar as vantagens de ser empresário é preciso muito planejamento e cuidado. Uma ótima opção para simplificar esse passo a passo é investir em franquias. Assim, você conta com um modelo de negócio já consolidado e com todo o suporte de empreendedores de sucesso.

Gostou desse post? Então, continue no blog e leia sobre 3 opções para investir seu FGTS!

7 líderes que mudaram de carreira com sucesso

Mudar de profissão é sempre um desafio! Desse modo, não são raras as histórias de líderes que mudaram de carreira e se encontraram na nova vida. Algumas pessoas já sabem, desde crianças, a profissão que gostariam de seguir, muitas acabam seguindo uma tradição de família e outras levam mais tempo para encontrar a carreira ideal.

Nesse sentido, não importa a forma nem o tempo que levou para chegar onde chegou, mesmo pessoas que são profissionalmente bem-sucedidas podem não estar felizes com suas carreiras. Assim sendo, se está insatisfeito com a área em que trabalha atualmente e tem pensado em mudar de carreira, saiba que isso não acontece só com você!

Por isso, neste post, vamos apresentar sete histórias de líderes que mudaram de carreira de forma bem-sucedida, a fim de inspirá-lo. São pessoas que deixaram bons empregos para correr atrás de seus sonhos. Vamos às histórias?

1. Manuela Vilella

Manuela Vilella é do Rio de Janeiro, filha de dentista e começou sua carreira seguindo nessa profissão. Com 4 anos de formada, ela já era uma dentista bem-sucedida trabalhando na Marinha. Apesar de ganhar bem e ter chegado ao topo, em uma conversa com sua mãe, percebeu que não era feliz e que algo precisaria ser feito.

Com o casamento, mudou-se para São Paulo e aproveitou a oportunidade da mudança de cidade para mudar também sua carreira. Conversando com amigos, começou a enxergar novas possibilidades. Assim sendo, resolveu se enveredar pela área da Publicidade.

O período de transição foi marcado por medos e incertezas. Várias vezes ela se sentiu jogando vários anos de estudo e toda uma carreira promissora por água abaixo. Mas teve força e determinação para superar todos os desafios!

Atualmente, é gerente de parcerias no YouTube e está muito mais feliz! O conselho que ela dá para quem pretende fazer uma mudança como a dela é ter, além de foco, de determinação e de maturidade, um bom planejamento financeiro e resiliência durante o processo.

2. Claudia Sender

Claudia Sender é formada em Engenharia Química e começou sua carreira como estagiária na consultoria Brains & Company, na qual ficou por 7 anos. Fez um MBA em Harvard, nos Estados Unidos, e trabalhou por outros 7 anos na Whirpool Latin America, que é a empresa dona das marcas Consul e Brastemp.

Mesmo com toda essa experiência, decidiu mudar até que, em 2011, assumiu como vice-presidente comercial de marketing da TAM. Um ano após a fusão entre a TAM e a LAN, Claudia assumiu como presidente da companhia aérea, que hoje é a maior da América Latina.

3. Jeff Bezos

Jeff Bezos se formou em Engenharia Elétrica e Ciência da Computação em Princeton, uma das mais renomadas universidades norte-americanas. Depois de trabalhar em Wall Street e na Banker Trust, ele resolveu fazer uma viagem de carro atravessando o país, partindo de New York até Seatle.

Durante essa viagem, desenhou o plano de negócios da Amazon.com que, na época, parecia uma ideia absurda. No entanto, hoje em dia, a gigante do comércio eletrônico é uma empresa bilionária que trouxe inovação e mudou o mercado.

 

 

4. Thais Perez

Thais Perez se formou em Publicidade, trabalhou para grandes marcas como Rebook, Microsoft, Fox e Yahoo!, e por mais de 10 anos se manteve no mundo corporativo.

No entanto, eventualmente, acabou achando esse ambiente muito frio e sem propósito, com jornadas cansativas e sem benefícios satisfatórios. Foi então que descobriu a Equoterapia.

Seu grande desafio foi migrar para uma área completamente diferente da sua, na qual não tinha quase nenhum conhecimento. Por isso, ela fez cursos e trabalhou como voluntária para conhecer melhor a rotina da profissão.

Depois de bastante planejamento e estudo, ela montou sua própria estância no interior de São Paulo. Atualmente, oferece métodos terapêuticos e educacionais sobre cavalos com foco em crianças especiais.

5. Jorge Bassalo

Após mais de 25 anos atuando na área da Tecnologia da Informação, Jorge Bassalo fez uma pós-graduação em Comportamento Organizacional e se encontrou na área de Ciências Humanas.

Na época em que tomou sua decisão, sua maior dificuldade foi sair da área de Exatas por causa de seu cargo e de suas responsabilidades. Ele precisou de um período de 2 anos para concluir sua saída da antiga empresa.

Outro desafio foi ter que replanejar suas finanças para conseguir se sustentar até que a nova carreira se estabilizasse. Um ponto que ele destaca como importante nessa transição é fazer alianças (e não passar por tudo sozinho). Além disso, ele sabia bem o que queria e teve foco.

6. Juliane Marinho

Depois de atuar por 18 anos como advogada, chegando a ocupar cargos de diretoria na Odebrecht, Juliane Marinho pediu demissão e passou pelo período de 1 ano de descanso.

Ela se sentia insatisfeita em sua carreira, mas não sabia que rumo tomar. Depois de se envolver em diversas atividades ambientais e sociais, descobriu que tinha vocação para o universo das artes!

No início, ela teve dificuldades em traduzir sua ideia para as pessoas e “vender o seu peixe”, mas com coragem e firmeza montou o espaço colaborativo Petalusa.

Assim sendo, o espaço abriga cursos, workshops e eventos diversos, todos ligados às artes. Hoje em dia, além da administração do espaço, ela ainda ajuda outras pessoas que pretendem mudar suas carreiras.

7. Marcos Amaro

Marcos Amaro é filho do fundador da TAM, o comandante Rolim Amaro, e começou como trainee nessa empresa. Depois de algum tempo, se tornou sócio das Óticas Carol e ajudou a rede a se tornar uma das maiores do Brasil no setor.

Sempre gostou de desenhar, mas nunca tinha encarado isso como uma possível profissão. Teve que vencer suas resistências internas e ganhar coragem para abrir mão de seu sucesso com a rede de óticas.

Além disso, precisou de muita persistência, de determinação e de organização. Ele conta que teve que suportar o julgamento alheio e ser firme na defesa de sua autenticidade.

Como vimos, o sucesso profissional nem sempre significa um bom cargo com um bom salário. A satisfação na carreira vai muito além disso! No fim das contas, é muito mais gratificante trabalhar com aquilo que vai ao encontro dos seus valores e propósitos.

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6 principais desafios do empreendedorismo feminino

O empreendedorismo feminino tem ganhado cada vez mais força no Brasil e no mundo. Muitos são os desafios para se tornar um empreendedor de sucesso. Mas, para as mulheres, os desafios são diferentes, pois, além das dificuldades enfrentadas por qualquer pessoa que esteja à frente de seu negócio, elas ainda enfrentam barreiras sociais e sexistas.

De acordo com o site Mulheres Empreendedoras, o Brasil conta com mais de 5,7 milhões de mulheres à frente de seus negócios, além de estarem presentes em 30% das sociedades de empresas ativas. Isso mostra que, apesar de tudo, elas vão à luta e mostram do que são capazes.

Vamos mostrar, a seguir, quais são os principais desafios que as mulheres encontram na hora de empreender. Acompanhe!

1. Preconceito (sexismo)

Muitas conquistas já melhoraram bastante a vida das mulheres que resolveram abrir as suas próprias empresas. No entanto, muito ainda precisa ser feito, visto que a realidade feminina no mundo dos negócios é muito mais complexa quando comparada à masculina.

O simples fato de ser mulher é o suficiente para que algumas pessoas não confiem na capacidade de gestão da empresária. Isso se dá devido à forte influência social — construída e reiterada por séculos de história —, na qual os homens sempre foram os únicos responsáveis por garantir o sustento de suas famílias.

Entretanto, foi no início do século XX, que as mulheres foram obrigadas a ir para o mercado de trabalho, devido à escassez de mão de obra. Já agora, no século XXI, o trabalho significa muito mais do que a garantia do sustento da família — visto que também diz respeito à independência e à reafirmação de seu papel de protagonismo na economia. Papel esse que elas vêm desempenhando com cada vez mais maestria.

2. Jornada múltipla

Ainda que o cenário tenha evoluído do século XX até os dias atuais, a maioria das mulheres continua responsável pelo seu lar. Segundo a Agência Brasil, um estudo publicado pelo Ipea revelou que mais de 40% dos lares brasileiros são chefiados por mulheres. Além disso, elas têm escolaridade média maior que a dos homens.

Isso significa que as mulheres administram suas empresas, realizam as tarefas domésticas, cuidam dos filhos e ainda estudam. Essa jornada múltipla acarreta uma carga física e psicológica bastante alta. Conciliar empresa, família e estudos não é fácil, ainda assim, essas tarefas são assumidas e realizadas sem que a qualidade de nenhuma delas seja afetada.

 

3. Falta de incentivo

Esse, talvez, seja o pior de todos os desafios, uma vez que ele está diretamente relacionado às pessoas que estão ao redor das mulheres empreendedoras. Muitas delas sofrem com a descrença de suas próprias famílias e amigos, que não confiam no potencial do negócio que estão montando.

Não são raros os relatos de mulheres que hoje são bem-sucedidas em seus negócios, mas que no começo não tiveram o apoio das pessoas que mais consideravam importantes — já que essas pessoas não acreditaram na sua capacidade empreendedora.

Mas, é importante ressaltar que, apesar de ser um problema de forte impacto, ele não engloba 100% das pessoas que estão envolvidas com a empreendedora. Assim como tem as pessoas que não acreditam na mulher, tem as que, não só acreditam, como apoiam e dão todo o suporte necessário para que ela se sinta ainda mais forte.

Nesses momentos, as assistências que vêm de pessoas inesperadas são muito bem-vindas: visto que, além de desenvolver novas amizades, a mulher empreendedora descobre quem são aquelas com quem ela pode contar sempre!

4. Preparo profissional

Essa é uma dificuldade que está muito relacionada à questão social e cultural citada no primeiro desafio. As mulheres, ao longo do tempo, foram criadas para serem mães e esposas exemplares, e não para serem excelentes empresárias.

Ainda nos dias atuais, muitas mulheres têm dificuldade em desenvolver aptidões nas áreas matemáticas da administração de uma empresa. Apesar de terem escolaridade média maior, elas se capacitam menos em áreas gerenciais — o que não é positivo para aquelas que pretendem empreender.

A boa notícia é que esse é um desafio que só depende dela superar. Existem diversos cursos disponíveis no mercado para aquelas que estão dispostas a ter seu próprio negócio. Alguns exemplos de cursos que capacitam para um bom gerenciamento dos negócios são: Técnicas de Contabilidade, Gestão de Empresas, Departamento Pessoal e Auxiliar Administrativo.

5. Limitações de crédito no mercado

Esse desafio é enfrentado por muitos empreendedores, principalmente pelos que estão iniciando no mundo dos negócios. Mas, para as mulheres, a limitação de crédito é ainda maior. Motivada por questões sexistas (principalmente), as linhas de crédito financeiro para as empreendedoras é menor e mais cara do que para os homens.

De acordo com a Rede Mulher Empreendedora, menos de 2% dos recursos de crédito mundiais são direcionados para empresas lideradas por mulheres. Ainda de acordo com o site, entre 1.300 mulheres entrevistadas, 59% investiriam mais na empresa se tivessem acesso a um crédito mais barato e 38% afirmaram que precisam, mas não têm acesso às linhas de crédito.

Para enfrentar esse desafio, elas demonstram bastante criatividade, garra e controle financeiro. Se planejam melhor e crescem de forma mais sustentável.

6. Autoconfiança

O desafio da autoconfiança está diretamente relacionado à falta de apoio. Uma mulher que tem o apoio de seus amigos e familiares dificilmente terá grandes problemas de autoconfiança.

Mas não é só o apoio que exerce influência sobre a confiança da mulher em si mesma, já que a autoconfiança é uma questão muito mais profunda e pessoal — envolvendo questões acerca do histórico de vida, indo desde cada luta que ela teve que enfrentar até todas as conquistas e reconhecimentos que já teve.

Ou seja, é uma questão muito individual e de extrema importância. A autoconfiança deve ser trabalhada junto a um profissional específico (psicólogo ou coach profissional), visto que ele saberá como lidar com essa situação de forma mais eficiente.

Como vimos, os desafios do empreendedorismo feminino existem, mas todos eles podem ⎯ e são ⎯  superados por milhares de mulheres todos os dias. Guerreiras, aumentam a cada dia seu protagonismo na economia mundial e mostram do que são capazes.

Se você está pensando em empreender e quer entender melhor sobre como é começar seu próprio negócio, leia o nosso post Afinal, o que é empreender?. Nos vemos por lá!

Como empreender e cuidar da família? Descubra!

Conciliar trabalho e família não é tarefa simples. Para quem é dono do próprio negócio, isso pode ser ainda mais complexo. Ao mesmo tempo, empreender é uma ótima opção para quem tem filhos, visto que traz mais flexibilidade para cuidar dos familiares.

Mesmo que a dedicação ao trabalho não diminua quando você é o seu próprio chefe, ter o privilégio de organizar os seus horários e atividades ajuda na conciliação entre a carreira e a família.

Quer saber como empreender sem abrir mão da qualidade do seu relacionamento familiar? Veja as dicas especiais que separamos!

Tenha uma rotina planejada

Não poderíamos começar de outra forma! Ter organização é o primeiro passo para realizar qualquer atividade de forma satisfatória. Quando a tarefa é coordenar dois mundos distintos, o planejamento é uma ferramenta indispensável — principalmente para quem trabalha por conta própria.

Saber gerir o tempo é fundamental. Planeje as suas ações rotineiras, tanto na empresa quanto em casa. Estabeleça os horários que você dedica ao trabalho e as atividades que realiza na família. Se você pega os seus filhos na escola diariamente, por exemplo, deve incluir isso na sua organização.

A ideia é que consiga ver todas as atividades da sua rotina semanal, assim como o tempo que dedica a cada uma. Dessa forma, é possível identificar dificuldades, programar mudanças e aproveitar melhor as horas do dia. Colocando esse plano no papel, você vai ter certeza das parcelas de tempo que dedica ao trabalho e à sua casa.

Para conciliar a empresa e a família, todo empreendedor precisa também de organização financeira. Nem todo o dinheiro que o seu negócio movimenta é lucro, por isso é importante ter controle do orçamento doméstico para evitar gastos que comprometam o capital da empresa.

Saiba dividir a vida profissional e a pessoal

Sabemos que, para quem tem o próprio negócio, seguir essa dica é uma verdadeira missão. Muitas vezes, as atividades da empresa se misturam à sua vida familiar, e o resultado é muito trabalho sendo realizado em casa, em horários em que a família esperava aproveitar um pouco da sua companhia.

Para aprender como empreender sem deixar a vida pessoal de lado, dividir as duas rotinas é essencial. Claro que não falamos de uma divisão rígida. Afinal, um dos benefícios de dirigir o próprio negócio é a flexibilidade dos horários.

É possível deixar o trabalho de lado para acompanhar um familiar em uma consulta, assim como você pode precisar estender o seu horário na empresa algum dia. A questão é não fazer disso algo cotidiano, de forma que nem você nem a sua família saibam qual é, de fato, o seu horário de trabalho.

Portanto, ao planejar as suas atividades, saiba a hora de parar de trabalhar. O equilíbrio deve ser a principal meta. Embora seja desafiador, isso é necessário para a sua saúde pessoal e familiar. Até mesmo a empresa se beneficia, já que você pode trabalhar mais organizado e descansado.

 

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Delegue tarefas

Para conquistar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, você não deve trabalhar sozinho. Delegar tarefas é uma aprendizagem muito importante e pode ser colocada em prática tanto no trabalho quanto em casa.

Na empresa, tenha profissionais qualificados e de confiança, que você possa treinar para ações estratégicas. Contar com pessoas assim evita que se sobrecarregue. Para empreendedores cujos negócios já estão maduros, há a possibilidade de aumentar o número de funcionários para conseguir passar mais tempo em casa.

A mesma ideia vale para a organização das atividades domésticas. Nem tudo precisa ser responsabilidade sua. Talvez valha a pena contratar serviços para o que não puder ser dividido entre os familiares (ter uma diarista para limpar a casa ou um serviço de van para deixar as crianças na escola, por exemplo).

Além disso, os seus filhos podem participar da divisão de tarefas — desde que elas sejam condizentes com a idade de cada um. Também pode depender deles a programação do que vocês farão no fim de semana. Assim, vocês podem curtir bons momentos em família. Que tal?

Faça bom uso da tecnologia

As soluções tecnológicas estão aí para facilitar a nossa rotina. Com elas, você pode estar presente na rotina da sua família mesmo durante o horário de trabalho.

Mantenha canais de comunicação com os seus familiares, seja realizando ligações nos intervalos da empresa, seja utilizando aplicativos de mensagens e redes sociais. Isso pode fazer a diferença na qualidade das suas relações.

Não é incomum que o empreendedor se deixe levar pelos desafios e acabe esquecendo compromissos familiares. Para evitar esse risco, você pode usar o calendário do celular ou algum aplicativo para inserir os compromissos e programar um lembrete.

Além disso, os recursos tecnológicos podem ser muito úteis também para o trabalho. Alguns aplicativos de agenda auxiliam naquela tarefa de planejar a rotina, por exemplo. Também é possível fechar negócios e realizar reuniões pela internet, permitindo que você trabalhe de casa, algumas vezes.

Reconheça o valor da sua família

Gerir o próprio negócio não é fácil. Dedicar-se a ele e vê-lo crescer é um grande motivador, mas você não pode perder de vista que a sua família é a razão de tudo. Afinal, não faria sentido tanto esforço na empresa se não fosse para garantir boas condições de vida para os seus familiares, não é?

Assim, não vale a pena transformar o trabalho na maior prioridade, deixando a família de lado. É importante encarar a sua vida pessoal com a mesma responsabilidade que você dedica à empresa. O seu casamento e os seus filhos também precisam de atenção e esforço.

Além disso, os momentos em família alimentam e fortalecem você para a rotina de trabalho. Fica mais fácil se concentrar na empresa quando você vive momentos de descanso e lazer com as pessoas que ama. Esse equilíbrio torna a rotina mais saudável e produtiva.

Neste texto, você recebeu ótimas dicas sobre como empreender e cuidar da família ao mesmo tempo. Com organização e compromisso, é possível conciliar a vida pessoal e profissional da melhor forma. O amor e o incentivo dos seus familiares, com certeza, impulsionam o sucesso do seu negócio!

O que achou dessas informações? Tem outra dica para compartilhar? Ficou com alguma dúvida? Deixe o seu comentário no post!

Saiba o que é e como calcular o lucro em sua empresa

Atualmente, ouve-se muito falar de lucro quando o assunto é negócios e empresas. Porém, essa é uma palavra antiga, que começou a ser usada quando a prática do mercantilismo surgiu no continente europeu no século XV. Para um empreendedor, saber o que é lucro é uma informação fundamental que pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso do seu negócio.

Sendo uma peça fundamental da engrenagem que move o mundo corporativo, é natural que você esteja se perguntando: será que eu sei mesmo o que é lucro?

Bom, não se desespere! Neste artigo, vamos explicar de maneira simples e eficiente o que é lucro, além de explicar, também, o conceito de margem de lucro.

Também abordaremos a importância de saber calculá-lo e monitorá-lo, mostraremos a relação do lucro com o crescimento da empresa, como calcular os lucros e quais variáveis são levadas em conta na hora do cálculo. Acompanhe!

Afinal, o que é lucro?

Lucro é, em suma, toda quantia que resulta da receita auferida de uma venda ou prestação de serviço, subtraída dos seus custos de produção. Em uma linguagem simples e direta, lucro nada mais é do que o valor da diferença entre as receitas obtidas e as despesas realizadas.

Além disso, o lucro também pode ser definido como o retorno econômico positivo obtido por meio de uma operação financeira, como por exemplo os juros pagos por investimentos em poupança, títulos do Tesouro e outros.

Lucro normal

O lucro normal é caracterizado pelo montante que uma determinada empresa necessita para manter o seu funcionamento sem riscos de descapitalização ou falência. Em outras palavras, é o valor mínimo necessário.

Uma empresa ganha poder de mercado quando começar a capitalizar acima do lucro normal.

Lucro econômico

O lucro econômico, por sua vez, é bastante similar ao próprio conceito de lucro. É o resultado da equação entre a receita auferida com a venda do produto ou serviço subtraída de todos os seus custos, incluindo, inclusive, o lucro normal.

Apesar de serem tipos de lucro diferentes, lucro normal e lucro econômico se referem ao retorno positivo sobre qualquer investimento.

O que é margem de lucro?

Um importante conceito que se relaciona diretamente com o tema, a margem de lucro tem como principal objetivo otimizar as vendas dos produtos e maximizar a geração de lucros da empresa. Consiste, basicamente, em formar um preço final de venda do produto que garanta uma certa quantia para a empresa se capitalizar e crescer, além de cobrir os custos.

Ela é definida como o valor — em percentual — que é adicionado aos custos do produto ou serviço oferecido pela empresa. Com a utilização da margem de lucro é formado o preço final de venda e, dessa forma, o empreendedor consegue definir o quanto a sua empresa vai lucrar com a venda desse produto ou serviço.

Para se obter a margem de lucro, são necessárias 3 “pedras fundamentais”.

O custo

O valor investido para produzir o produto ou serviço. Inclui impostos, frete, matéria prima  etc.

O preço de venda

O preço de venda é determinado por meio da análise do quanto custou a produção do produto com a análise de mercado para saber o quanto o consumidor está disposto a pagar por ele.

O lucro

O lucro é o percentual de ganhos que a empresa vai obter com a venda do produto. Como já dito neste texto, nada mais é do que o saldo positivo descontando todos os investimentos realizados para que ocorresse a venda.

Um ponto importante a ser lembrado é que cada setor tem a sua própria margem de lucro. Então, atente-se a esses detalhes e analise bem o mercado. Dessa forma, você dá um passo à frente da sua concorrência.

Como fazer o cálculo do lucro?

O cálculo do lucro, na teoria, é simplesmente a diferença entre o preço de venda e os custos de produção, correto? Então, se sua empresa vendeu um produto por R$ 1000 e gastou R$ 400 para produzi-lo, o seu lucro foi de R$ 600. Este é o chamado lucro bruto. Entretanto, essa simplicidade toda não ocorre no mundo dos negócios.

Existem diversas outras variáveis para serem envolvidas no cálculo e, se você quer realmente ter um negócio sólido e com um lucro real, o recomendado é que você as inclua no cálculo.

Para conseguir alcançar o valor real do lucro, o certo a se fazer é incluir na equação, além dos custos de produção da mercadoria, as subtrações das despesas fixas e variáveis do seu negócio.

Para que fique claro, despesas são todos os gastos que remetem à administração da empresa. Portanto, o seu uso não está associado à produção da mercadoria.

Logo, as despesas fixas são aquelas que independem das vendas mensais. Independentemente das vendas ou produção aumentarem ou diminuírem, as despesas fixas permanecem as mesmas. São caracterizadas como despesas fixas: taxas bancárias, aluguel de escritório, seguros, etc.

Já as despesas variáveis são as relativas à produção. Muita atenção aqui para não confundir com os custos da produção! As despesas variáveis, literalmente, variam conforme o aumento ou a redução das vendas ou da produção.

As despesas variáveis não podem ser caracterizadas como custo pelo fato de não serem diretamente relacionadas à produção e, por isso, são caracterizadas como despesa. Entretanto, possuem relação com a quantidade de vendas e de produção. São consideradas despesas variáveis: embalagens, comissões de venda, frete de entrega, combustível e outros.

Portanto, lembre-se de incluir essas despesas na hora de calcular o lucro do seu produto. Dessa forma, você consegue chegar a um valor de lucro mais próximo da realidade do que simplesmente subtrair a receita pelo custo de produção.

Ao abrir um negócio próprio, lembre-se sempre de que existem empresas que, mesmo vendendo produtos bastante parecidos, cobram valores diferentes. Isso acontece devido à diferença da margem de lucro e dos custos de produção.

Gostou do nosso artigo de hoje? Agora que você já sabe o que é lucro, leia também o nosso guia completo sobre o que são as franquias!

 

Comece já a poupar e, invista no negócio dos seus sonhos de forma segura e contínua.

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Planejamento pessoal: saiba como fazer passo a passo!

Em um mundo de constantes evoluções, no qual as pessoas são impelidas a fazerem cada vez mais atividades simultâneas, o planejamento pessoal se tornou uma ferramenta de sobrevivência.

O tempo gasto no trabalho, no trânsito e nos afazeres domésticos parece ocupar cada minuto das 24 horas do dia e não sobra tempo para curtir a família, os amigos e os hobbies. É muito fácil se perder em meio a tantas tarefas e obrigações. A sensação é de que o tempo e o dinheiro têm ficado cada dia mais curtos.

Não é raro também ver pessoas insatisfeitas em seus cargos que acham que mudar de carreira será a solução, mas que estão tão perdidas que não sabem sequer para qual área querem migrar.

De acordo com a Revista Melhor, a satisfação no trabalho foi apontada como a principal definição de sucesso por profissionais de diversos setores. Portanto, as pessoas que não estão satisfeitas em suas profissões sofrem com isso e não têm condições de terem uma vida plena.

Para evitar todas essas frustrações, tanto no nível pessoal quanto no nível profissional, e as consequências que elas podem causar (por exemplo, doenças graves, como a depressão, a síndrome do pânico e os transtornos de ansiedade), preparamos um passo a passo para você seguir e colocar o seu planejamento pessoal em prática o quanto antes. Vamos lá?

Afinal, o que é um planejamento pessoal?

Qualquer empresa bem-estruturada elabora, segue e monitora seu planejamento estratégico. É ele que define as diretrizes a serem seguidas para que a organização alcance seus objetivos de mercado.

Assim como nas empresas, a vida de cada pessoa também pode ser planejada. O planejamento pessoal, ou planejamento estratégico pessoal, é um plano estruturado de ações e controles que visam a guiar a pessoa na tomada de decisões e na execução das atividades do dia a dia, com foco nas metas estabelecidas.

Em outras palavras, o planejamento pessoal é uma ferramenta para ajudá-lo a se organizar a fim de conseguir fazer tudo aquilo que você gostaria de fazer além das suas obrigações, otimizando seu tempo e seu dinheiro.

Por meio desse planejamento, também é possível definir a carreira profissional que você deve seguir e como se preparar para desenvolvê-la, caso ainda não esteja atuando na área dos seus sonhos.

Por que devo fazer um planejamento pessoal?

A resposta para essa pergunta é muito simples: para assumir o controle sobre a sua vida.

A partir do momento em que você elabora um planejamento pessoal e começa a segui-lo, assume o controle total da sua vida.

Por mais que imprevistos sempre aconteçam, ter um planejamento permitirá que você tenha artifícios sempre à mão para contornar os empecilhos que forem surgindo.

Imagine que você é um representante comercial que passa o dia visitando clientes e que passou um ano inteiro juntando dinheiro para fazer uma viagem nas férias. Faltando um mês para a tão sonhada viagem, o seu carro estraga. De onde você imagina que virá o dinheiro para o conserto do veículo? Exatamente! Da reserva para a viagem.

Se você tivesse um planejamento pessoal bem-estruturado, essa situação poderia ter sido diferente de, no mínimo, duas formas. A primeira, e mais provável, é que o carro não teria estragado, pois as manutenções preventivas estariam em dia. A segunda é que, mesmo que o automóvel estragasse, você teria uma reserva específica para isso, além de contar com a cobertura do seguro.

Problemas todo mundo tem — o difícil é ter as soluções. O planejamento pessoal deixa o caminho pronto para que as soluções sejam encontradas de forma mais fácil, prática e sem afetar os planos do futuro.

 

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Quais são as etapas do planejamento pessoal?

Nas seções anteriores, explicamos o que é o planejamento pessoal e por que você deve ter um. Agora, vamos detalhar o passo a passo para você elaborar o seu próprio planejamento estratégico pessoal e conseguir realizar, de uma vez por todas, aquele sonho que ficou engavetado. Preparado?

Passo 1: entenda mais sobre você

Para começar o planejamento pessoal, a primeira coisa a ser feita é conhecer melhor a si mesmo. O planejamento é o desenho do caminho ideal a ser seguido, e todo caminho tem um início. Ao conhecer melhor a si próprio, você está definindo o ponto de partida da sua caminhada rumo aos seus objetivos.

O conhecimento pessoal envolve questões internas e externas. Afinal, além de indivíduos, somos produtos do meio em que vivemos. Logo, é preciso analisar questões pessoais e internas, bem como a influência de questões externas sobre as nossas vidas.

Para ajudar a entender melhor, e de forma mais abrangente, a si mesmo, a ferramenta mais indicada é a análise SWOT.

O nome dessa ferramenta vem da sigla em inglês para forças (Strengths), fraquezas (Weaknesses), oportunidades (Opportunities) e ameaças (Threats). Vamos detalhar melhor cada um desses pontos nos tópicos a seguir.

Forças

As forças fazem parte da análise de questões internas de cada pessoa. Elas são suas principais qualidades, ou seja, aquilo em que você é realmente bom.

Identificar as forças é importante para ajudar a definir quais serão os caminhos mais fáceis a serem seguidos. Elas serão as grandes aliadas do planejamento estratégico pessoal.

Se você ainda não definiu sua carreira profissional, conhecer as suas forças é fundamental para encontrar sua profissão ideal.

Para o planejamento estratégico pessoal, é indispensável que todas as forças sejam listadas, por mais aleatórias que sejam. Mesmo que elas não pareçam servir de nada, você pode acabar descobrindo uma aptidão para a qual não tinha atentado e alcançar o sucesso seguindo esse caminho.

Portanto, liste tudo sem preconceitos. Não tenha medo ou vergonha de ser bom em alguma coisa. Se você é bom em algo, precisa valorizar isso.

Fraquezas

Assim como as forças, as fraquezas fazem parte da análise interna do planejamento pessoal. Porém, ao contrário da primeira, as fraquezas são seus pontos fracos. Aquilo para o qual você “não leva jeito”.

Conhecê-las bem é imprescindível para saber quais caminhos não seguir de forma alguma, bem como para identificar quais dessas fraquezas valem a pena serem tratadas para que se tornem forças.

Para os rumos profissionais, o conhecimento das próprias fraquezas ajuda a definir as áreas com as quais você não deve flertar, pois terá grandes chances de sofrer alguma frustração.

Não tenha medo de listar suas fraquezas — isso não fará com que você pareça mais fraco. Pelo contrário, ao conhecê-las e admiti-las, você se torna mais forte e mais capaz de direcionar melhor a sua vida.

Oportunidades

Aqui, começamos as análise externas. As oportunidades são todos os aspectos que apresentam um potencial positivo para a sua vida. Em suma, são coisas que você acha interessante e que lhe farão bem.

As oportunidades nos mostram alguns rumos que podem ser tomados. Vêm daqui a definição dos objetivos e, posteriormente, as metas a serem alcançadas.

Quanto aos rumos profissionais, as oportunidades sugerem as áreas de atuação mais propensas para você. Inclusive, é recomendado listar algumas atividades profissionais que você se vê realizando no futuro, seja ele próximo, seja ele mais distante.

Uma boa dica é listar suas oportunidade com base em suas forças. Por exemplo, se uma força sua é saber desenhar, então, suas oportunidades podem ser trabalhar como grafiteiro, tatuador ou ilustrador. E isso vale para profissão e para hobby.

Faça a si mesmo a seguinte pergunta: “se eu sou bom em [força], então, posso fazer [oportunidade]?”.

No campo profissional, o post Trabalho, carreira e profissão: qual a diferença? pode ajudá-lo.

Ameaças

O último quesito de análise são as ameaças. Elas representam as ações externas que podem prejudicar a sua vida e o atingimento de seus objetivos.

O conhecimento das ameaças permite que você saiba quais cuidados deve tomar ao longo do caminho. São essas informações que permitem que você consiga transformar imprevistos em pequenos percalços.

Lembra do exemplo do representante comercial? Uma das ameaças mais importantes que ele tem são os problemas com o carro. Sabendo que, caso o veículo apresente problemas, ele será bastante prejudicado, agirá preventivamente a fim de evitar que o carro estrague e ele perca dias de trabalho.

De uma forma generalizada, para cada ameaça, é preciso pensar em um “plano B”. Caso ela aconteça e crie algum problema, você já tem uma solução mais adequada pronta, de forma que seus planos não sofrerão muitos danos.

Passo 2: defina sua missão e seus valores

Uma das coisas mais ignoradas pelas pessoas que não fazem um planejamento estratégico pessoal é a missão. Ela representa a sua razão de existir no mundo.

Para algumas pessoas, o termo pode parecer, de certa forma, um pouco lúdico, mas ele é de suma importância para a definição do planejamento.

A missão é o que determina o grande objetivo da sua vida. É o maior de todos os motivos que regem a sua existência. É ela que dará o norte para a definição de seus objetivos pessoais e profissionais.

Uma missão bem formulada precisa responder às seguintes perguntas: o que eu quero ser; como eu farei para sê-lo e; por que eu quero fazê-lo. Entenda com um exemplo a seguir:

“Ser um influenciador de destaque da preservação do meio ambiente por meio das minhas ações e de exemplos para contribuir para um futuro melhor.”

Já os valores são um conjunto de características que vão determinar a forma como você vai enfrentar todas as questões que surgirem ao longo da vida.

Eles estão muito ligados à cultura e aos costumes pessoais e envolvem as crenças (religiosas ou não), a criação recebida da família e a forma como convive em sociedade.

Os valores determinam os limites aceitáveis e inaceitáveis de cada pessoa e são a base de todas as decisões. Tomar decisões que não estão de acordo com seus valores traz grandes incômodos e insatisfação. Conhecer e definir quais serão os valores que nortearão a sua vida ajudarão a trazer mais paz e tranquilidade para a sua consciência.

Alguns exemplos de valores são:

  • ética;
  • responsabilidade;
  • honestidade;
  • respeito;
  • empatia;
  • justiça;
  • amor ao próximo.

Passo 3: saiba quem são as pessoas que estão ao seu redor

O ser humano é um ser social. Isso significa que ele precisa de outros seres humanos para viver bem. Não estamos falando que precisamos ser totalmente dependentes das pessoas para sobreviver, mas que precisamos delas para vivermos bem e sermos felizes de uma forma mais concreta e duradoura.

Nas relações pessoais, temos os amigos, os parentes e os vizinhos. Nas profissionais, temos os colegas de trabalho, os clientes e os fornecedores.

É muito importante que essas pessoas sejam relacionadas e identificadas quanto a seus pontos de atenção. Existirão as pessoas com as quais você sabe que poderá contar caso precise de algum tipo de ajuda e existirão aquelas com as quais é melhor ter bastante cuidado.

Outro ponto relevante nessa etapa do planejamento estratégico pessoal é a escolha das suas referências. Se você conseguir um mentor, melhor ainda.

Ter alguém mais experiente na área que você escolheu seguir profissionalmente ou, até mesmo, um coach pessoal orientando-o vai potencializar o sucesso de seu planejamento.

Mas lembre-se de que essas pessoas não têm as respostas para todos os seus problemas. Elas apenas o ajudam a enxergar melhor o cenário com base na experiência que têm para que você possa tomar suas decisões e escolher o seu caminho.

Passo 4: estabeleça seus objetivos e metas

Os 3 passos anteriores são a preparação necessária para a definição dos objetivos e das metas pessoais. Um grande erro cometido por quem não faz um planejamento estratégico pessoal completo é criar objetivos aleatórios, com metas inalcançáveis, e acabar fracassando e frustrando-se.

Os objetivos devem ser traçados com base, primeiramente, na sua missão de vida. É por meio do atingimento deles que sua missão será cumprida, por isso, é tão importante que eles tenham essa ligação.

Para cada objetivo, é essencial que seja atribuída uma meta. A meta é a definição do que será feito para que o objetivo seja alcançado e o estabelecimento do prazo.

Uma estratégia que facilita a definição e a organização dos objetivos e das metas é a montagem de uma planilha. Nessa planilha, você pode separar os objetivos por áreas, como saúde e lazer, desenvolvimento pessoal, profissão e carreira, finanças e família.

As metas devem ser divididas entre curto, médio e longo prazo. As de curto prazo devem ser cumpridas em, no máximo, 12 meses. Já as metas de médio prazo, em geral, serão cumpridas entre 12 e 24 meses. Por fim, aquelas de longo prazo são as que levarão mais de 24 meses para serem cumpridas.

É muito importante levar em consideração a análise SWOT para estabelecer as metas, assim, é possível deixá-las mais factíveis, mas mantendo-as desafiadoras.

Por exemplo, se um objetivo seu é se tornar músico profissional, uma meta de curto prazo pode ser aprender a tocar um instrumento em até 12 meses. Uma meta de médio prazo, no entanto, poderia ser obter 3 certificados de cursos relacionados à música nos próximos 24 meses. Por último, uma meta de longo prazo poderia ser começar a atuar como músico profissionalmente no prazo de 36 meses.

Passo 5: defina e monitore indicadores

De nada adianta ter todo o trabalho de fazer um planejamento pessoal seguindo os 4 passos anteriores se você não fizer o acompanhamento constante de cada meta. Para isso, é indispensável que cada uma tenha seus indicadores.

Os indicadores são os parâmetros estabelecidos para medir o andamento de cada meta. Ou seja, são eles que dirão se ela será ou não cumprida com relação tanto ao prazo quanto ao que foi proposto.

Ter e acompanhar os indicadores também são formas de detalhar melhor cada meta, facilitando o seu cumprimento.

No exemplo do músico profissional, para a meta de aprender a tocar um instrumento, um dos indicadores poderia ser a quantidade de aulas realizadas por semana ou a quantidade de músicas aprendidas por mês.

Os indicadores precisam ter os prazos e os entregáveis bem-definidos para que haja evolução. E essas definições podem ser revistas a todo momento, de acordo com a necessidade identificada. Mas muito cuidado para não fazer modificações apenas para facilitar o cumprimento das metas, já que isso pode prejudicar a evolução do objetivo e, até mesmo, dificultar o seu atingimento.

Uma dica para facilitar o monitoramento dos indicadores é criar uma rotina de verificação. Você pode fazer uma espécie de “balanço” das metas semanalmente. Algumas, principalmente as de curto prazo, precisam de um acompanhamento mais minucioso e frequente.

Mas, em geral, ter uma conferência semanal, uma quinzenal e outra mensal é suficiente para verificar a situação de cada meta e ver se será preciso dar mais atenção a alguma delas ou, até mesmo, fazer ajustes para garantir que o objetivo final seja alcançado.

Passo 6: ordene suas finanças

A organização financeira faz parte de qualquer planejamento. Praticamente todos os objetivos que você traçar para a sua vida passarão, em algum momento, por uma avaliação orçamentária. Gostando ou não, vivemos em uma sociedade na qual o dinheiro é necessário.

É imprescindível ter o conhecimento sobre seu patrimônio, seus proventos e, principalmente, sobre seus gastos.

Para auxiliar no registro de todas a informações importantes sobre suas finanças e no acompanhamento diário dos gastos, o ideal é que você crie uma planilha ou faça o uso de algum aplicativo de gestão financeira.

Não se esqueça de anotar seu patrimônio e os financiamentos e as prestações, caso tenha. Um descuido muito comum das pessoas que não têm o controle sobre as suas finanças é esquecer de contar com o parcelamento de alguma compra ao calcular os gastos do mês.

Ao conhecer melhor o que você possui de bens e dívidas e o quanto recebe e gasta por mês, você estará apto a fazer os ajustes orçamentários necessários para conquistar as suas metas.

Dedique um tempo maior no começo para anotar todos os gastos do dia, até aqueles mínimos. Após aproximadamente uma semana, faça as contas de quanto você gastou e observe se houve muitos gastos desnecessários, que poderão ser cortados para sobrar mais verba para o que é mais importante de acordo com as metas traçadas.

Inclua em seu planejamento a economia de uma parte para cobrir os imprevistos, além das reservas específicas de cada objetivo (como viagens, cursos, aquisição de bens, etc.).

Passo 7: organize seu tempo

A cada dia, todas as pessoas do mundo todo têm exatamente as mesmas 24 horas para realizar suas tarefas. Se esse tempo é muito ou pouco, dependerá de como cada um faz uso de suas preciosas horas.

Nessas 24 horas, é preciso conciliar trabalho e família e ainda encaixar as atividades de crescimento pessoal e de lazer. Por isso, é importante organizar as tarefas do dia para que o tempo seja mais bem aproveitado.

Usar uma parte do seu tempo planejando como o restante dele será usado poupará esforços desnecessários. Assim, ele será otimizado e as metas se desenvolverão em um ritmo melhor.

Suas metas e indicadores devem ser os norteadores para a definição de uma agenda semanal e mensal de atividades. Considere também questões internas e externas ao estipular os melhores dias e horários de cada tarefa.

Cada pessoa produz melhor em um determinado horário. Existem ainda algumas atividades que têm dia e horário específicos e não podem ser remanejadas.

Sempre que houver deslocamentos, combine as tarefas de forma a passar o menor tempo possível no trânsito. A não ser que você utilize apenas o transporte público, no qual pode aproveitar para ler um livro ou assistir a alguma vídeo-aula, o tempo gasto no trânsito dificilmente pode ser aproveitado para outra atividade.

Nunca monte uma agenda sem folgas. Assim como na parte de finanças, os imprevistos também afetam a gestão de tempo. Se a sua agenda está muito “apertada”, você corre o risco de não conseguir cumprir com algum compromisso caso algo inesperado aconteça. Tenha sempre um tempinho de folga entre as atividades para garantir que tudo seja cumprido no tempo estimado.

Como vimos, planejar é a melhor escolha para conseguir realizar todos os sonhos que você tem na vida. É um tanto trabalhoso e exige dedicação, mas os resultados compensam todo o esforço.

Agora que você aprendeu o passo a passo de como fazer o seu planejamento pessoal, confira também nosso artigo com 7 dicas sobre como organizar o tempo no dia a dia.

Saiba como tomar decisões difíceis no trabalho

Na vida, nós estamos tomando decisões importantes a cada momento. Para chegar ao patamar profissional no qual você está hoje, com certeza muitas escolhas foram realizadas durante essa caminhada.

Quando é preciso tomar decisões que envolvam o trabalho e a família, as coisas podem ficar mais complexas. Afinal, são dois contextos muito importantes na vida de todos nós. Diante de escolhas difíceis, é normal se sentir confuso e até ansioso. Mas com atitudes simples você pode manter a calma e ter segurança na escolha. Veja nossas dicas!

Faça um planejamento estratégico pessoal

Nenhuma grande escolha nasce do vazio. Para tomar decisões, nós nos remetemos ao que conhecemos da realidade e ao que queremos para o futuro. Por isso, ter um planejamento pessoal é uma estratégia para estar sempre preparado para reavaliar caminhos e fazer novas escolhas.

Não é produtivo viver sem estabelecer propósitos, principalmente em relação à carreira. É importante traçar metas e ter planos em curto e longo prazo. Assim, você tem mais elementos para avaliar as necessidades e embasar decisões importantes.

Todo planejamento estratégico começa pelo diagnóstico da sua condição atual. Praticar o autoconhecimento e a autoanálise é o primeiro passo. Depois, você deve refletir sobre seus desejos futuros. Lembre-se de incluir não só aspirações profissionais, mas também as necessidades da sua vida pessoal e familiar. É preciso integrar esses contextos e buscar a harmonia entre eles.

Tenha foco naquilo que deseja

Depois de traçar um planejamento estratégico para a sua vida, é importante manter o foco nos objetivos. Para cada meta, é possível definir estratégias que aproximem você da realização. Saber o que quer e concentrar-se nessa conquista é um fator importante na hora de tomar decisões.

Algumas escolhas podem auxiliar na sua caminhada ou distanciar você das próprias metas. Para saber o que decidir, é preciso estar centrado nos seus desejos e possibilidades. Quem tem clareza dos seus objetivos consegue pesar os prós e contras mais tranquilamente, tomando decisões mais efetivas.

Uma oportunidade aparentemente benéfica pode esconder escolhas muito difíceis. Por exemplo, se o seu desejo é deixar o emprego atual e começar a empreender, receber uma proposta de promoção na empresa coloca você diante de um conflito. Ter foco no que planejou anteriormente ajuda nessa tomada de decisão.

Separe um tempo para pensar

Evite tomar decisões precipitadas. Geralmente, as escolhas feitas com rapidez trazem mais risco de arrependimento futuro. Definir caminhos na profissão e na vida pessoal é algo importante, por isso, dê tempo ao tempo.

Mesmo que a pressão esteja grande e você não possa dedicar muitos dias ou semanas para pensar no assunto, encontre tempo de qualidade no período que você tem disponível. Vá para um ambiente calmo, reflita sobre suas opções e busque a melhor escolha.

Informe sua decisão final apenas quando sentir que teve tempo suficiente para pensar sobre ela. Além disso, procure conversar apenas com pessoas diretamente envolvidas na escolha ou com quem você acha que pode ajudar efetivamente. Buscar muitas opiniões pode deixar você mais confuso e dificultar esse momento.

Organize seus pensamentos

Aliada à pressa, a ansiedade é outro fator que atrapalha na hora de tomar decisões difíceis. Diante de uma escolha complexa, nossa mente tende a se sobrecarregar. Por um lado, isso ajuda a levantar mais informações sobre o problema e pensar mais rápido. Por outro, o excesso de tensão é um fator negativo.

Assim, procure acalmar seus pensamentos e organizá-los. Saber lidar com a pressão é uma aprendizagem necessária no mundo corporativo de hoje. Por isso, o ideal é não se deixar levar pelo estresse do momento, mas tentar concentrar-se em pensamentos produtivos.

Além de organizar a mente, reconheça também a sua intuição. Nem todas as decisões são puramente racionais. Na verdade, o fator emocional pesa muito nas nossas escolhas, principalmente quando elas afetam questões profissionais e familiares.

Se sentir necessidade, faça exercícios de respiração e meditação, a fim de se conectar melhor com seus sentimentos e pensamentos.

 

 

Pese as vantagens e desvantagens de cada opção

Sabe aquelas famosas listas de prós e contras? Elas continuam sendo uma das estratégias mais eficazes na hora de tomar decisões complexas. Colocar tudo no papel torna os fatores mais concretos, possibilitando maior consciência do processo de escolha.

Muitas vezes, certas vantagens ou desvantagens só são lembradas quando paramos para escrever. Além disso, é sempre importante lembrar que cada escolha representa uma (ou várias) renúncia. Ter clareza do que é deixado de lado também é fundamental no processo de escolha, evitando arrependimentos.

Toda decisão tem aspectos positivos e negativos — é a balança dos dois que vai fazer com que você chegue a uma opção consciente e segura.

Saiba como conversar e lidar com os familiares

Ter uma relação harmônica na família é fundamental tanto para a sua saúde pessoal quanto para o seu trabalho. É importante lembrar que a carreira não pode ser a prioridade absoluta, a ponto de deixar os familiares de lado. Afinal, eles são a razão de você sair todos os dias para trabalhar.

Por isso, valorize sua família e construa um relacionamento saudável e prazeroso com ela. Preze para que os familiares participem de suas decisões, por mais difíceis que sejam. Pode parecer complicado, mas, se todos souberem conversar, eles podem ser de grande ajuda nos seus processos de escolha.

Se você precisa tomar uma decisão que vai afetar sua dinâmica familiar, mas que você considera produtiva, não esconda nada deles. Dialogue, argumente, apresente alternativas para diminuir o impacto da mudança na rotina e, então, peça o companheirismo de todos.

Para lidar com a família, o respeito e o diálogo são essenciais. É importante saber ouvir a todos e aprender a se expressar da melhor forma, evitando mal entendidos e conflitos desnecessários. Além disso, as conversas não devem se limitar a momentos de pressão — busque construir uma boa convivência, fazendo refeições juntos, se divertindo em grupo e compartilhando o dia a dia de cada um.

Muitas vezes precisamos tomar decisões difíceis no trabalho, sobretudo quando envolvem também a vida familiar. Embora não seja um processo simples, fazer escolhas é algo que nos faz crescer e nos coloca diante do que queremos para o futuro. Com essas dicas, você pode passar por esse momento de maneira mais tranquila.

Que tal pensar um pouco mais nas escolhas que você faz para a sua carreira? Leia nosso texto sobre como lidar com a insatisfação profissional!

Conheça os 5 principais tipos de franquia

Investir no setor de franchising é uma excelente opção para quem deseja empreender. E o melhor de tudo é que há diversos tipos de franquias que você pode escolher, cada uma com suas particularidades. Além disso, investir nesse modelo de negócio tem mais chances de sucesso do que começar uma empresa do zero.

Só para você ter uma ideia de como o negócio é promissor: apenas no segundo trimestre de 2017, o crescimento do setor de franquias foi de 6,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Isso significa um faturamento de R$ 37,6 bilhões de reais.

Então, se você está pensando em ser o seu próprio patrão e já cogitou a possibilidade de investir no setor de franchising, mas não tem muito conhecimento sobre o assunto, preparamos este post especialmente para você. Nele, vamos abordar os principais tipos de franquia e suas características. Confira!

Entenda quais são os tipos de franquia

1. Franquia individual

Esse é o modelo mais comum no mercado atual, pois mantém o modelo ideal de franquia. Na franquia individual, mesmo que o franqueado tenha diversas unidades franqueadas, cada uma delas tem um contrato específico. Além disso, ela funciona em um ponto comercial escolhido especificamente, que vai ser preparado para receber a marca da empresa franqueadora.

Nesse modelo, a unidade franqueada precisa de um espaço exclusivo, não sendo permitido que outra marca opere no mesmo local. Podemos citar como exemplos desse tipo de franquia: livrarias, cafeterias, lojas de roupas, calçados, entre outras.

2. Franquia combinada

Esse modelo consiste na abertura de diversos tipos de franquia em um mesmo ponto comercial. No entanto, as franquias devem pertencer ao mesmo franqueado a ainda serem de produtos ou serviços similares. Além disso, para que ele possa ser implantado, é preciso passar pela aprovação das empresas franqueadoras.

Um exemplo de franquia combinada que podemos citar é o de sapatos femininos, que tem, em seu interior, uma loja de roupas femininas ou de maquiagem, por exemplo.

3. Franquia shop in shop

Na franquia shop in shop, o empresário já possui um estabelecimento comercial e abre uma minifranquia dentro de sua empresa. Sendo assim, ele tem dois tipos de negócio funcionando em um mesmo local. Para operar esse modelo de franquia, é importante que o empreendedor escolha um modelo de serviço ou produto que tenha associação com o seu negócio.

Como exemplo, podemos citar um supermercado que adquire uma minifraquia de pizzas congeladas ou uma loja infantil que possui uma unidade franqueada de chocolates em seu interior.

4. Microfranquia

As microfranquias são um segmento do franchising que exige um valor de investimento menor do que os modelos tradicionais. Por ser mais acessível, a microfranquia acaba sendo muito procurada por pessoas que desejam empreender, mas não têm um capital de giro e nem um valor muito alto disponível para a abertura do negócio.

Além da vantagem do baixo investimento, o microfranqueado ainda pode trabalhar em regime home office. Sendo assim, ele não precisa arcar com despesas de aluguel, estrutura, entre outros gastos necessários para a instalação de uma franquia.

Dependendo do modelo de negócio, o franqueado ainda pode trabalhar sozinho, o que elimina custos iniciais com despesas trabalhistas.

5. Franquia de conversão

Nesse modelo de franquia, o empreendedor já tem um negócio, mas deseja transformá-lo em uma franquia. Sendo assim, ele precisa adequar sua empresa às normas da franqueadora, inclusive, fazendo mudanças em seu ponto comercial e adotando, por exemplo, a identidade visual da franqueadora.

Seu modo de gestão e seus métodos de trabalho são substituídos pelos da empresa franqueadora. Um exemplo simples de uma franquia de conversão é de uma escola de informática. Se o dono da empresa deseja torná-la uma franquia, deve adequá-la aos termos da marca franqueadora escolhida. Assim, ele terá uma marca famosa e consolidada no mercado e seus ganhos serão melhores.

Saiba como escolher o melhor tipo de franquia para você

Não basta você conhecer todos os tipos de franquia existentes — é necessário identificar qual deles atende melhor seu projeto. Existem franquias de diversos segmentos, tanto no setor de produtos quanto no de serviços. Veja alguns pontos a serem considerados antes de investir no negócio!

Valor de investimento

Para abrir um negócio, é preciso investimento — disso, todos sabem. Mas cada tipo de franquia pede um valor inicial. Além da taxa de uso da franquia, ainda existem os custos com a implantação: aluguel de estabelecimento, reformas do local, compra de equipamentos, entre outros.

Então, antes de escolher uma franquia, avalie bem o valor a ser investido para não começar o negócio endividado.

Afinidade com o modelo de negócio escolhido

Ter afinidade com o modelo de negócio escolhido também tem forte pod

 

er de contribuição para o sucesso do negócio. Se você é uma pessoa que preza ficar em casa com a família nos finais de semana e feriados, uma franquia no setor alimentício pode não ser uma boa opção para você.

Lembre-se de que, para o negócio dar certo, você vai precisar estar constantemente presente. Não dá para pensar em abrir uma franquia e terceirizar a gestão, por exemplo, pois os resultados dependem muito do trabalho e da dedicação do dono do negócio.

Retorno sobre investimento

Quanto tempo o tipo de franquia escolhido leva para dar retorno? Claro que isso depende também de uma boa gestão — mas há alguns modelos de franchising que oferecem retorno mais rápido e outros mais demorados.

Essa questão precisa ser avaliada para que você não tenha expectativas irreais de seu negócio.

Confiabilidade da marca franqueadora

Como o setor de franchising é bastante promissor, também há uma grande oferta de empresas franqueadoras no mercado atual. Mas será que todas elas são confiáveis? Para ter certeza da confiabilidade da franqueadora, você pode conversar com outros franqueados e também consultar, em órgãos específicos, sua situação financeira.

Se você investir em uma marca que tem muitas dívidas, corre o risco de ter prejuízos, pois além de a franqueadora não ter condições de oferecer o suporte necessário, ela ainda pode vir a falir — deixando os franqueados “a ver navios”

Agora que você conhece os principais tipos de franquia existentes no mercado, está na hora de conhecer 3 excelentes opções para você investir seu FGTS. Vamos lá!