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Everton Sabú
Fundador

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Conheça as vantagens e desafios de abrir uma franquia

Assim como em qualquer tipo de negócio, as vantagens e desafios de uma franquia são os principais fatores de decisão para quem está pensando em se tornar um empreendedor de sucesso. Entender melhor como funciona a relação entre franqueador e franqueado pode ajudar a identificar as principais características desse modelo de empresa.

Neste post, vamos expor os pontos mais importantes no dia a dia de uma franquia, para você identificar se tem (ou não) o perfil ideal para atuar nesse segmento. Boa leitura!

Entenda o cenário atual de franquias no Brasil

O cenário das franquias no Brasil é excelente! De acordo com a Associação Brasileira de Franquias (ABF), os números do setor em 2017 mostraram crescimento no faturamento em 8% e na geração de empregos em 1% com relação ao ano anterior.

Em meio à crise econômica que se abateu sobre o país nos últimos anos, os dados são realmente muito positivos. E o faturamento do setor é crescente desde 2013, o que mostra uma tendência para os próximos anos.

Como vimos, o panorama é favorável, agora vamos conhecer, primeiro as vantagens e, depois, os desafios do setor.

Veja as principais vantagens

Abrir uma franquia tem uma série de vantagens com relação aos demais modelos de empresas. Vamos detalhar cada um dos principais pontos favoráveis, a seguir. Confira!

Know-how adquirido

Essa é uma das vantagens que mais economizam o seu tempo entre a decisão de montar o negócio e a sua inauguração. Quando você se torna um franqueado, todo o conhecimento adquirido pelo franqueador para a construção da empresa e da marca são transferidos para você.

Sendo assim, você simplesmente pula a etapa de fazer testes infindáveis para saber se o seu produto tem aderência ao mercado, se a sua marca está crescendo ou se os processos foram bem elaborados. Tudo isso faz parte do pacote!

Uma das responsabilidades do franqueador para com o franqueado é justamente a transmissão de conhecimento, por meio de treinamentos tanto em relação à parte da gestão administrativa da empresa quanto à parte operacional.

Plano de negócio estruturado

Essa é outra vantagem que poupará o seu tempo e esforço. Com um plano de negócios já pronto e estruturado, algumas decisões muito difíceis de serem tomadas, principalmente por quem está começando agora, já estarão acertadas. É menos uma preocupação no seu dia, deixando o seu foco na administração da operação da sua unidade.

Suporte e consultoria

O contrato de franquia garante suporte ao longo de todo o período de vigência. Em geral, são oferecidos os serviços de divulgação, advocacia, contabilidade e consultoria de negócios a todos os franqueados. Tudo isso para que o franqueador garanta a manutenção da imagem da sua marca e da qualidade dos produtos e serviços oferecidos aos clientes.

Além disso, ele precisa manter um padrão, que já é esperado por sua clientela. O suporte e as consultorias servem para o alinhamento das informações e dos processos entre as diversas unidades franqueadas.

Investimento em uma empresa que já está estabelecida

Uma das grandes desvantagens de abrir um negócio próprio é justamente o desconhecimento do público sobre você e sua marca. Construir uma reputação pode levar vários anos e nem sempre se tem verba suficiente para arcar com todo esse tempo.

Com a marca já reconhecida, a sua unidade já inaugura com clientela formada. Mesmo que sua unidade seja nova, os clientes já conhecem a empresa e pressupõem o que vão encontrar. Assim, basta manter um bom serviço e um bom atendimento que a tendência é de crescimento contínuo.

Confira os principais desafios

Nem tudo são flores no mundo das franquias. Os desafios existem e precisam ser enfrentados. Mas, não é nada impossível de ser feito, afinal o setor apresentou crescimento nos últimos 5 anos. Os principais desafios específicos de uma franquia são dois e vamos explicar cada um deles logo abaixo. Acompanhe!

Algumas decisões não serão suas

Infelizmente você não será o dono da marca, apenas terá o seu direito de uso. Isso significa que algumas decisões serão tomadas pelo franqueador e você terá que aceitá-las, por força de contrato.

Em geral, isso não é exatamente um problema, apenas uma forma de trabalhar. E boa parte das marcas de franquia possui um conselho formado por franqueados que ajuda a tomar algumas das decisões que afetará todo o grupo.

Pagamento de royalties e taxas ao franqueador

Todas as vantagens que apresentamos anteriormente têm um preço. Esse preço é representado de duas formas: taxas e royalties.

A primeira taxa é a de abertura da unidade, que é pagar ao franqueador para garantir a estrutura necessária, o treinamento da equipe e a transferência de conhecimento para o franqueado. Em alguns casos, são cobrados valores para fundo de uso comum. Esses fundos visam cobrir, principalmente, as despesas com divulgação da marca entre outros custos menores.

Já os royalties são os valores mensais que os franqueados devem pagar aos franqueadores como direito de uso da marca. É a quantia que se paga para gozar de todos os benefícios indiretos que a marca proporciona.

Analise as vantagens e desafios de uma franquia e entenda se ela vale a pena para você

Para entender se o modelo de franquia funciona para você, é preciso avaliar bem todos os pontos levantados até aqui. O que definirá a resposta para essa questão é o seu perfil profissional. Existem vários tipos de perfis empreendedores, mas dois deles são excelentes para explicar como identificar se você tem ou não o perfil certo para ter uma franquia.

No primeiro perfil, temos uma pessoa mais dinâmica e criativa, que está sempre em busca de mudanças e inovações. Esse tipo de pessoa tem facilidade em assumir riscos e tomar decisões mais difíceis sem medo de errar. Para ele, os desafios que listamos acima são muito mais difíceis de superar, pois esse tipo de pessoa pode se sentir presa.

No segundo perfil, temos uma pessoa que gosta de gerenciar equipes, não se importa em ter que seguir algumas regras e, principalmente, prefere não se arriscar. Para este perfil a franquia é o modelo ideal de negócio.

Se depois de analisar bem as vantagens e desafios de uma franquia você ainda tiver dúvidas, nós temos outro post que pode lhe ajudar a esclarecer melhor: “Franquia ou negócio próprio?”. Nos vemos por lá!

 

Abra o seu próprio negócio

Como ser um bom líder: 6 características do mindset empreendedor

Quais são as características imprescindíveis a um bom líder? Essa pergunta, embora aparentemente simples, tem o poder de suscitar discussões bastante aprofundadas — as quais, por sua vez, têm sido cada vez mais recorrentes no ambiente empresarial contemporâneo.

Se você busca mais informações (e até mesmo orientações) sobre o assunto, encontrou o conteúdo perfeito! Neste post, você vai entender um pouco mais sobre o mindset empreendedor e descobrir por que é essencial cultivar atributos que favoreçam o sucesso pessoal e profissional.

Além disso, também terá acesso à algumas dicas valiosas para desenvolver seu potencial e, dessa forma, se aproximar cada vez mais da concretização de seus objetivos. Preparado? Boa leitura!

O que é mindset empreendedor?

Em uma tradução livre para o português, a palavra “mindset” remete à configuração da mente. Na prática, o mindset é uma característica altamente individual, formada pelo conjunto de crenças e valores de cada um.

Quando deslocada para o contexto empreendedor, a expressão ganha traços mais específicos, diretamente associados à capacidade pessoal de planejar, arregaçar as mangas e fazer acontecer.

Esse é, justamente, o mote central de um mindset empreendedor. Em uma economia aberta e em um mercado repleto de novas possibilidades, o desejo de reger o próprio negócio é cada vez mais evidente e significativo.

Não se trata, porém, de simplesmente se lançar ao mercado com uma boa ideia em mente. Para empreender, é preciso muito mais — e tudo começa, sem dúvida, na configuração da mente. Afinal, como já foi atestado por grandes nomes (como Albert Einstein e Thomas Edison), “pensamentos são coisas”.

Se você deseja avançar (e imergir) no empreendedorismo, esteja certo de que será necessário adotar um mindset condizente com seus objetivos. Para compô-lo e sustentá-lo, é preciso que sejam desenvolvidas algumas características relevantes. Você saberá quais são em breve!

Por que é importante cultivar características empreendedoras?

Antes de elencar os atributos recomendados para um mindset empreendedor, convém esclarecer os motivos que os tornam necessários aos líderes de sucesso.

Em primeiro lugar, é preciso saber que o mercado contemporâneo é marcado pela alta competitividade. Enfrentar um ambiente de forte concorrência, no qual é preciso acompanhar tendências e otimizar recursos, exige mais do que apenas capacidade técnica: também é necessário dispor de competências mentais e comportamentais.

Da mesma forma, não é possível (nem inteligente) negligenciar os desafios práticos e burocráticos envolvidos na abertura de um novo negócio. Nem só de um plano de negócios bem-feito vive uma nova empresa!

Noções de estruturação de equipe, alocação de investimentos e gestão financeira são importantes para que o líder seja capaz de desenvolver sua empresa de forma sustentável.

Em essência, portanto, as características empreendedoras têm várias vertentes. O segredo está, muitas vezes, na capacidade de trabalhar habilidades e competências diferenciais. O somatório de esforços e experiências canalizados em uma gestão enxuta, coesa e sinérgica certamente molda um bom líder.

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Como ser um bom líder?

Agora que você já entendeu, de modo abrangente, o que é um mindset empreendedor e por que é importante desenvolver qualidades de liderança, chegou a hora de saber quais atributos são essenciais em sua jornada.

1. Seja honesto e resiliente

O mindset empreendedor deve ter profundas raízes naquilo que você acredita e propaga. Por isso, suas características pessoais têm grande influência no seu estilo de liderança!

Certifique-se de adotar e replicar uma postura honesta e resiliente em todas as decisões da nova empresa. Dessa forma, você assegura o respeito de seu círculo profissional e evita que dificuldades do cotidiano abalem seu foco no objetivo.

2. Conquiste confiança

A confiança daqueles que o cercam — sejam eles funcionários, fornecedores ou clientes — é crucial para que você evolua enquanto empresário. Para conquistá-la, seja sempre ético e coeso em suas ações e decisões.

E lembre-se: uma vez depositada, a confiança deve ser rotineiramente honrada. Por isso, esteja atento à ética e à transparência com que conduz os negócios.

3. Defina metas

Em um âmbito mais estratégico, a definição das metas empresariais certamente desponta como um dos itens básicos em um negócio bem-sucedido. Afinal, você só poderá ter os resultados que almeja se souber o que fazer para chegar lá!

Sendo assim, não postergue as análises do seu negócio e formalize os objetivos (em curto, médio e longo prazo), assegurando que a equipe tenha ciência deles e os empregue como norte para as atividades cotidianas.

4. Delegue funções e atividades

Alguns líderes, principalmente aqueles que construíram cada alicerce da operação, têm dificuldade para delegar atividades à equipe. Cuidado! Além de desnecessariamente centralizadora, essa é uma atitude bastante improdutiva!

Para evitar o erro, você precisa selecionar funcionários nos quais confie e acioná-los para as tarefas processuais. Distancie-se da rotina e reserve o seu tempo para o que é mais importante e estratégico: fazer seu negócio crescer.

5. Estabeleça um bom fluxo de comunicação

Um bom fluxo de comunicação é essencial para otimizar rotinas e evitar erros, gerando mais produtividade e minimizando os riscos de prejuízos por desencontro de informações.

Certifique-se, portanto, de criar (e alimentar) canais eficazes de comunicação, nas dependências da empresa e também externamente, permitindo que a equipe e os demais públicos de interesse possam interagir sem barreiras ou ruídos.

6. Construa e alimente uma boa rede de relacionamentos

Por fim, embora não menos determinante, esforce-se para criar e fortalecer uma rede de networking profissional. Os líderes engajados têm consciência de que os relacionamentos são a grande arte competitiva da atualidade.

Para alimentar a sua, não dispense a aproximação com fornecedores e a participação em eventos do setor, por exemplo. Sempre há oportunidades para expandir sua rede!

Logo, a mensagem final é clara: um bom líder é o resultado de um conjunto harmonioso de predisposições internas e características sociais. Se esse é o seu objetivo, empenhe-se em desenvolver habilidades e competências que te conduzirão ao sucesso na trilha do empreendedorismo.

Este conteúdo foi útil e despertou em você o desejo de continuar explorando o tema? Aproveite para nos seguir no Twitter, no Facebook, no LinkedIn e no Instagram para ficar sempre por dentro das últimas atualizações. Boa sorte!

3 vantagens e desvantagens de empreender e ser dono do próprio negócio

Depois de certo tempo tentando se adequar às exigências do mercado de trabalho, é natural ter a sensação de que o retorno recebido não é compatível com o esforço dedicado e que os frutos de seu trabalho estão sendo colhidos por outras pessoas.

Se você sente esse tipo de insatisfação profissional, já deve ter parado para pensar sobre as vantagens de empreender e sobre como sua carreira seria diferente se fosse um empresário.

Pensando nisso, no post de hoje trouxemos alguns pontos que devem ser levados em conta na hora de decidir se empreender é mesmo a solução para você. Veja!

3 vantagens de empreender

Empreender oferece muitas vantagens, principalmente no que diz respeito à autonomia que você passará a ter no seu trabalho. Vamos a elas!

1. Flexibilidade

Esse é, em geral, o principal objetivo que se tem em mente quando se pensa em empreender. Ter seu próprio negócio permite que você decida seu local e horários de trabalho, além de proporcionar autonomia para organizar suas prioridades nos âmbitos profissional e pessoal.

Como empreendedor, você decidirá onde e a que horas começará e parará de trabalhar, bem como o momento ideal para tirar férias.

É claro que isso não significa que você trabalhará menos, afinal de contas, você terá mais responsabilidades como dono do seu negócio do que como funcionário. Por outro lado, esse tipo de decisão partirá de você, equilibrando a saúde do negócio e seu próprio bem-estar.

2. Escolha da própria equipe

Uma parte fundamental de todo negócio é a equipe. Você já deve ter percebido que a desarmonia entre os membros de uma equipe impacta não apenas na motivação dos colaboradores, mas também nos resultados de um trabalho.

Enquanto dono do seu próprio negócio, você não precisará trabalhar com uma equipe que considere incompetente ou tóxica, uma vez que será você que escolherá seus membros e que também terá autoridade para auxiliá-los na resolução dos conflitos, promovendo um ambiente de trabalho agradável e motivador para todos.

3. Realização pessoal e financeira

Essa é uma questão central quando falamos em trabalho. Passamos uma parcela enorme do nosso tempo trabalhando, de forma que há pouquíssimo espaço na nossa rotina para projetos pessoais — principalmente quando é preciso conciliar vida profissional e família.

Desse modo, as oportunidades de encontrar realização pessoal fora do ambiente profissional são muito pequenas. É necessário, portanto, que as horas investidas no trabalho sejam também um investimento naquilo que é importante para você e para o desenvolvimento das suas habilidades.

Além disso, para se sentir motivado a executar suas funções com qualidade, é fundamental que você sinta que está sendo remunerado de forma justa, o que é difícil quando seu salário é muitas vezes inferior ao lucro que você proporciona ao seu empregador.

Empreender possibilita tudo isso, uma vez que cada hora trabalhada significa um investimento no seu próprio futuro e no de sua família. Também é muito mais fácil encontrar uma relação clara entre o seu esforço e o retorno financeiro obtido, uma vez que como empreendedor você trabalhará para si mesmo.

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3 desvantagens de empreender

É claro que vantagens como essas não vêm sozinhas. Empreendedores também precisam superar alguns desafios! Confira as três principais desvantagens de empreender:

1. Burocracia

O primeiro obstáculo do empreendedor é que ninguém se torna empresário da noite para o dia. Há uma série de burocracias que devem ser resolvidas antes de dar esse salto na carreira, que vão desde a criação de um CNPJ a questões específicas do tipo de negócio que você pretende abrir.

Pode ser necessário alugar um ponto comercial, contratar funcionários, retirar alvarás e adequar os equipamentos do seu negócio às regulamentações de segurança e salubridade.

Sendo assim, planeje a abertura de seu empreendimento com certa antecedência e procure entender quais serão as necessidades de seu negócio. Dessa forma, você não será pego de surpresa.

2. Atenção às finanças

Também é muito importante que você esteja sempre de olho no desempenho do seu negócio. Afinal, como empreendedor você não terá mais uma renda fixa: seu esforço e a qualidade de suas estratégias serão determinantes para seus lucros.

Sendo assim, se quiser obter um bom retorno do seu negócio, você precisará registrar as entradas e saídas de produtos, acompanhar de perto as atividades dos seus funcionários e minimizar os seus gastos.

Mesmo que você tenha gestores competentes trabalhando com você, é fundamental ter conhecimento e comprometimento para acompanhar o seu negócio e possibilitar que ele cresça de maneira sólida.

3. Necessidade de investimento inicial

Por fim, mas não menos importante, está um ponto crucial nessa decisão: a disponibilidade de capital inicial para investir no seu empreendimento. A existência e o tamanho desse capital vão possibilitar ou limitar determinados tipos de negócio; dessa forma, é muito importante que você tenha isso em mente antes de escolher o campo em que gostaria de atuar.

Para dar conta dos equipamentos, do espaço e da folha de pagamento dos funcionários necessários para que você abra seu negócio, é fundamental dispor de um montante compatível de dinheiro para investir. Vale lembrar também que alguns negócios demoram mais tempo para se pagar do que outros.

Nesse contexto, também é importante falar dos riscos de empreender: nem sempre um empreendimento é bem-sucedido, de forma que não há garantia de retorno do seu investimento. Esse retorno e um subsequente lucro são consequências de boas estratégias e de muito trabalho duro.

As vantagens de empreender são muito sedutoras, mas tenha em mente que elas também acompanham grandes responsabilidades. De todo modo, essas e outras desvantagens de empreender podem ser contornadas se você souber se organizar antes de se tornar empresário e se mantiver atento ao desempenho do seu negócio.

Esperamos que este post tenha ajudado você a refletir melhor sobre a possibilidade de começar seu próprio negócio. Entender não só as vantagens de empreender, mas também as desvantagens, é o primeiro passo para o sucesso de uma nova empreitada.

Se você se interessa pelo assunto, não deixe de curtir a nossa página no Facebook para ser notificado das novidades do blog!

Como conseguir um financiamento para empreender? Saiba mais!

Segundo uma pesquisa coordenada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN), 76% dos jovens brasileiros (entre 25 e 35 anos) sonham em empreender.

Esse pequeno recorte da realidade nacional mostra a motivação para a realização pessoal, a busca pela qualidade de vida e a maior liberdade que ter o próprio negócio traz. No entanto, a barreira financeira impede a realização desse sonho e, por isso, muitos recorrem ao financiamento para empreender.

Identificou-se com essa realidade? Então, o artigo de hoje é para você! A seguir, listaremos algumas das principais opções de financiamento disponíveis para quem pensa em empreender. Confira!

Empréstimos bancários

Geralmente, essa é a primeira opção levada em consideração por aqueles que almejam ter o próprio negócio e precisam financiá-lo. Algumas instituições, como a Caixa e o Banco do Brasil, têm linhas de crédito específicas para novos empreendimentos, por exemplo.

Apesar de se tratar de uma opção mais fácil de ser encontrada, as taxas de juros cobradas podem não ser as melhores — principalmente para quem está começando um empreendimento do zero.

Isso porque elas costumam ser altas. E levando em consideração que, no início, o negócio apresenta uma lucratividade que serve, basicamente, para cobrir seus gastos de instalação e manutenção, o novo empresário pode contrair dívidas.

Capital próprio ou familiar

O capital próprio também é uma alternativa muito utilizada pelas pessoas que estão começando a empreender. Ele pode ser obtido com a venda de bens em propriedade do empresário e, como não há custos ligados ao financiamento, o montante obtido é gerido conforme a vontade do indivíduo.

No entanto, a desvantagem de utilizá-lo é que a pessoa fica restrita quanto à expansão do negócio. Isso porque só será possível reinvestir com o lucro obtido após a abertura do empreendimento.

Nesse caso, existe uma alternativa — o empréstimo familiar. Seus benefícios são: facilidade de consegui-lo (em comparação com as outras opções) e juros bem menores, sendo um atrativo para quem está começando.

No entanto, é importante ficar atento, pois muitos investidores do tipo vão querer ter responsabilidades de gestão. Outra questão diz respeito aos atrasos, que podem trazer indisposição entre os membros e, até mesmo, cobranças por resultados no negócio — o que vai pressioná-lo a ter sucesso rápido.

Investidor-anjo

O negócio que você pretende abrir tem alto potencial de crescimento? Então, uma opção de financiamento para empreender é recorrer aos investidores-anjo. Trata-se de pessoas físicas que procuram por negócios com alto potencial para apostar.

Tradicionalmente, eles investem em empresas que estão começando e têm planos de negócio bem estruturados. Essa é uma boa opção para quem está começando um empreendimento inovador, mas é preciso ter atenção às desvantagens também.

Entre elas, destacamos a porcentagem de participação cobrada, que pode variar de 10% a 50%, dependendo de cada caso, limitando os lucros futuros. O investidor-anjo também terá certo controle gerencial, o que pode gerar problemas (como o empreendedor ter de abrir mão do gerenciamento para atender aos requisitos preestabelecidos pelo financiador).

Crowdfunding 

Outra forma de financiamento para empreender é o crowdfunding — ou financiamento coletivo, como também é conhecido no mercado. Trata-se de contar com a participação de um grupo de pessoas (pode ser pequeno ou grande) que investe seus recursos financeiros no novo empreendimento.

Para tanto, o novo empreendedor em questão apresenta a ideia ao público por meio de um site de financiamento coletivo, estabelecendo o quanto precisa obter para custear a ideia e estipulando um prazo para a arrecadação. No Brasil, esse modelo de investimento tem ganhado cada vez mais adeptos ano após ano.

O interessante é que o modelo apresenta vantagens como a redução de riscos do investimento e, também, uma maior visibilidade para o negócio. Outro benefício é o feedback dos financiadores, que podem sugerir melhorias e aperfeiçoamentos para a empresa.

No entanto, existem também as desvantagens, como os projetos que precisam de grandes quantias. Além disso, as verbas servem apenas para o início do empreendimento, não sendo sustentadas em médio ou longo prazo. Há, ainda, a possibilidade de ter o negócio copiado por outra pessoa, visto que será preciso apresentar a ideia para obter o dinheiro.

Linhas de financiamento para empreender com condições especiais para franquias

Existem opções específicas de financiamento para empreender em franquias. Os próprios bancos têm parcerias para fomentar esse tipo de negócio com algumas franqueadoras, mas ainda há a possibilidade das financeiras.

Algumas delas, por exemplo, permitem pagamentos em 42 meses e obtenção de capital de giro para o início do negócio. A vantagem é que tais instituições oferecem até mesmo juros abaixo de 2% ao mês, para que o franqueado possa começar seu negócio com maior tranquilidade.

Existem, ainda, aquelas linhas de crédito específicas para a aquisição de mercadorias diretamente do franqueador, bem como as com antecipação de recebíveis. As vantagens de se apostar nesse tipo específico de financiamento para empreender é que o empresário pode suprir diretamente suas necessidades específicas.

A única desvantagem é que será preciso pesquisar para ver qual instituição oferecerá mais vantagens, o que pode levar algum tempo, principalmente se elas exigirem planos de negócios com pontos específicos.

Bônus: como fazer a escolha mais acertada

Antes de optar pelo tipo de financiamento para empreender, o novo empresário precisa levar em consideração alguns fatores — e o primeiro deles é estudar suas necessidades financeiras. Para tanto, ele deve considerar de quanto o negócio precisará para começar suas atividades e manter-se por algum tempo.

Além disso, é fundamental mapear as possibilidades de financiamento para empreender, levando sempre em consideração as vantagens e desvantagens de cada uma delas. Só assim será possível escolher a opção que mais se encaixa à sua realidade.

Por último, organizar as finanças sabendo dos juros, do capital de giro necessário, dos pagamentos e de outros detalhes importantes do negócio é essencial para não ter que fechar o empreendimento.

Falando em organização, ela é essencial não só para as finanças, mas também para todos os processos que envolvem a construção de um negócio. Quer saber como se organizar para ser um empresário de sucesso? Leia nosso artigo sobre o assunto! Até a próxima!

Relação franqueador e franqueado: entenda em detalhes como funciona

A opção por abrir um negócio deve ser bem pensada e analisada. Quando a ideia é fazer parte do sistema de franchising, um dos principais aspectos a considerar é a relação franqueador e franqueado, que determina diversas diretrizes que devem ser seguidas obrigatoriamente.

Afinal, o objetivo da franquia é expandir um modelo de negócios já estruturado e que é apenas replicado. Portanto, cabe aos proprietários das unidades cumprir esse padrão e oferecer, aos clientes, os mesmos produtos e serviços com a qualidade esperada por eles.

Porém, uma pergunta que acompanha muitos candidatos a empreendedor é a seguinte: como funciona exatamente esse relacionamento? Se essa também é a sua dúvida, continue com a leitura, pois vamos respondê-la neste artigo. Aqui, você compreenderá:

  • o que é uma franquia;
  • quais as vantagens de abrir uma unidade;
  • quais os principais tipos existentes;
  • quais os principais direitos e deveres do franqueador e do franqueado;
  • como acontece a comunicação entre essas duas partes.

Gostou? Então, acompanhe e saiba mais!

O que é uma franquia?

Essa palavra designa um modelo de negócio próprio, no qual o franqueador é a marca que possui os produtos ou serviços a serem oferecidos, e o franqueado é o proprietário da unidade, que tem como função replicar o formato e comercializar os itens.

Nesse cenário, o franqueado recebe o direito de usar a marca e a sua tecnologia a partir do que está determinado em contrato.

Ao mesmo tempo, são pagas algumas taxas que servem para compensar esse suporte fornecido pela franqueadora. Por isso, é obrigatório fazer um planejamento pessoal e garantir o alinhamento dos seus objetivos à ideia de negócio.

Praticamente qualquer segmento de negócio pode se encaixar no modelo de franchising. Algumas opções existentes são:

  • alimentação;
  • comunicação, informática e eletrônicos;
  • hotelaria e turismo;
  • saúde, beleza e bem-estar;
  • serviços educacionais;
  • serviços automotivos;
  • moda;
  • entretenimento e lazer;
  • limpeza e conservação.

Assim, basta escolher o setor que mais o atrai para começar a sua empresa. Contudo, apesar de toda essa variedade, ainda há muita gente que se pergunta: o que vale mais, franquia ou negócio próprio? A resposta depende do seu perfil e do que você busca ao iniciar sua carreira no empreendedorismo.

Para entender melhor, é preciso conhecer as características do franchising. Veja, a seguir!

Modelo de negócio testado

O proprietário da marca e seus gestores dificilmente começarão um sistema de franquia sem ter um modelo de negócio testado, de preferência, em mais de uma unidade.

Os resultados, geralmente, são comprovados na prática e a marca se torna uma referência como operadora de um formato a ser replicado. Por isso, é comum que exista uma ou mais unidades próprias que testam produtos e serviços, prospecção de clientes e técnicas de atendimento.

Conhecimento do mercado de atuação

O franqueador conhece o segmento em que está inserido e suas peculiaridades. Por isso, está atento às novidades, tendências e assuntos que impactam os resultados. Ao mesmo tempo, sabe quem são seus concorrentes e, por esse motivo, estão continuamente desenvolvendo o seu negócio e o dos franqueados, consequentemente.

Processos bem estabelecidos

As atividades de operação e gestão já são determinadas antes de iniciar o modelo de franchising. É comum haver um manual que deve ser seguido pelo franqueado e atualizado pela marca. A franqueadora também deve contar com processos internos bem definidos, já que isso aumenta o sucesso do suporte oferecido às unidades.

Escolha rígida dos franqueados

Para que um candidato possa abrir uma franquia, ele deve passar por um processo de seleção, no qual poderá ser aprovado ou rejeitado.

Esse sistema rígido existe para garantir que a unidade a ser aberta tenha o mesmo padrão de qualidade do franqueador. Além disso, esse processo também serve para se certificar de que o perfil comportamental do franqueado está adequado para o negócio.

Transparência

A marca nunca deve prometer o que é impossível cumprir. A relação franqueador e franqueado deve ser transparente e verdadeira — tendo em vista que é de longo prazo. Portanto, é imprescindível abordar, nas entrevistas, os pontos positivos e os desafios que provavelmente surgirão.

Mesmo com os obstáculos naturais que aparecerão, a verdade é que o modelo de franquias oferece muito mais chances de sucesso. É por isso que o relatório de desempenho da Associação Brasileira de Franchising (ABF) relativo a 2017 indica que o faturamento durante o ano cresceu 8%, chegando a R$ 163,319 milhões.

Além disso, houve uma alta de 2% no total de unidades, totalizando 146.134, com uma geração de empregos que alcançou 1.193.568 vagas. Esses números expressivos ainda são complementados com outros benefícios. Confira!

Quais as vantagens de abrir uma franquia?

Essa questão pode ser respondida a partir de vários aspectos. Conheça, abaixo, quais são os principais benefícios!

Ser conhecido pelo público

A abertura de um negócio do zero traz mais dificuldades para o empreendedor, que precisa se destacar da concorrência e disputar clientes com marcas já conhecidas.

Desse modo, ao optar pelo franchising, essa dificuldade é inexistente, tendo em vista que a sua unidade conta com os mesmos produtos e serviços da marca — bem como o nome, uniforme, maquinário, estrutura, cores e toda a identidade visual.

Ter acesso ao know-how da marca

A franquia é um modelo de negócios já testado e aceito pelo público. Ou seja, ele deu certo! Dessa maneira, ao abrir uma unidade da marca, você tem acesso a todo o conhecimento dessa fórmula de sucesso. Esse é um dos motivos que justificam a falência de franqueados ser 8 vezes menor que as empresas de varejo, conforme dados divulgados pelo R7.

Obter redução de custos

O modelo de franchising determina o pagamento de algumas taxas, como a de franquia, de publicidade, de royalties e por aí vai. No entanto, há uma significativa redução de custos pelo fato de conseguir adquirir produtos mais baratos — e esse benefício é concedido porque a marca constitui uma rede de empresas da qual sua unidade faz parte.

Por comprar em grande quantidade, a franqueadora tem maior poder de negociação com os fornecedores, repassando um valor mais baixo aos proprietários de suas lojas.

Receber suporte especializado

Uma das principais vantagens da franquia é desobrigar o empreendedor de conhecer tudo sobre o segmento que está entrando. É recomendado se atualizar e compreender o mercado, mas a marca tem o papel de fornecer o apoio necessário — tanto em questões administrativas quanto em aspectos jurídicos, contábeis, tecnológicos e, até mesmo, operacionais.

É importante ressaltar que o proprietário é o responsável legal pelo seu negócio, mas ele tem esse ponto a favor — que, aliás, contribui muito para o sucesso. Também é válido destacar os treinamentos, que são oferecidos para que o franqueado conheça mais os produtos e serviços, e saiba o que a franqueadora espera daquela unidade.

Contar com um estudo prévio de viabilidade

Sua unidade só será aberta depois de a marca fazer um estudo detalhado sobre a cidade ou região em que pretende abrir seu negócio. Essa pesquisa passa pela análise de concorrentes, público-alvo, demanda e outros aspectos que interferem no seu sucesso.

Simultaneamente, são conferidos os critérios relacionados ao planejamento estratégico — o que garante um bom rendimento durante todo o período de contrato.

O resultado é uma segurança maior na hora de começar a funcionar, com a tendência de obter mais rapidamente o seu retorno sobre o investimento. Em outras palavras, o ROI de uma franquia, geralmente, é maior que o de um empreendimento comum — até mesmo porque o faturamento e o lucro são mais elevados que a receita de uma empresa que começa do zero.

Além de todas essas vantagens, vale a pena lembrar que a marca também é responsável por desenvolver novos produtos e aprimorar os que já existem — uma vez que essas medidas ajudam a fortalecer o relacionamento existente com os clientes atuais e atrair novos consumidores para as suas unidades.

Dentro desse escopo e conhecendo todos os benefícios, chega o momento de perguntar: e quais são os modelos de franquias que atuam no mercado? Pois bem, você descobrirá essa resposta a seguir. Entenda!

Quais os principais tipos de franquias existentes?

Os modelos de franquia são bastante variados. No entanto, há 4 que se destacam no cenário atual. Confira!

Franquia individual

Sua característica principal é a exclusividade, o que significa que o franqueado pode vender somente os produtos e serviços de uma marca predeterminada. Devido a essa peculiaridade, o ponto comercial é selecionado com base nos itens a serem comercializados, sempre visando ao maior número de vendas.

Esse formato é o mais comum. Geralmente, o ponto comercial já funcionava com essa finalidade, no entanto, inexistem restrições relacionadas à atividade realizada anteriormente.

Franquia combinada

Esse formato é mais flexível, porque prevê que o empreendedor pode vender produtos e serviços de mais de uma marca. O objetivo é que as franqueadoras funcionem de maneira similar e seus itens sejam complementares. Assim, o franqueado pode trabalhar de maneira integrada e obter maior vantagem competitiva.

A operação desse tipo de franquia deve, obrigatoriamente, ser autorizado pelas marcas envolvidas. Portanto, o franqueado está impossibilitado de fazer essa escolha por conta própria. Exemplos comuns desse formato combinado são os estabelecimentos que funcionam como sapataria, lavanderia e costureira.

Franquia de conversão

A situação que ocorre aqui é inversa ao normal. Nesse caso, um empresário independente e com atuação no mesmo segmento da marca, fornece para ela a tecnologia utilizada em seu negócio anterior. Desse modo, a franqueadora faz a adaptação necessária às suas exigências.

O ponto positivo é esse compartilhamento de experiências. O empreendedor ainda recebe a autorização para abrir sua unidade franqueada no mesmo ponto comercial da empresa anterior — o que facilita a captação de clientes e reduz os custos com instalação e investimentos.

Microfranquia

A principal peculiaridade desse modelo de franchising é a exigência de um investimento inicial baixo, de no máximo R$ 90 mil. Outras características são o custo operacional baixo e a operação simplificada que, muitas vezes, é realizada pelo empreendedor sem a existência de um ponto comercial — nesse caso, a franquia é chamada de home based.

Apesar dessa flexibilidade, todas as diretrizes que regem as franquias são válidas para as microfranquias. Vale a pena observar, também, a necessidade de adquirir um volume mensal de produtos, além da cobrança de taxas e obrigatoriedade de atingir um valor de faturamento predeterminado.

A microfranquia ainda é uma boa oportunidade para quem está começando a empreender, tem pouca experiência ou recursos reduzidos para empregar no negócio.

No entanto, as diretrizes a serem seguidas estão definidas em contrato e na Circular de Oferta de Franquia (COF). Afinal, a relação franqueador e franqueado permanece a mesma e alguns cuidados são exigidos.

Quais os principais direitos e deveres do franqueado?

O relacionamento entre o proprietário da unidade e os responsáveis pela marca é regido pelas cláusulas estabelecidas em contrato. O trabalho entre essas duas partes é similar a um casamento que inclui relações comerciais.

O propósito principal — tanto do franqueador quanto do franqueado — é fortalecer a marca, pois existe um benefício mútuo ao conquistar esse objetivo.

Isso significa que o sucesso da rede de franquias depende desse bom relacionamento, e do trabalho sinérgico e alinhado. Caso contrário, pode ser que haja algumas complicações.

Direitos

Um dos principais direitos é a possibilidade de usar a marca já conhecida e aceita pelo público-alvo. Nesse sentido, é importante destacar que muitos deveres são derivados desse benefício, já que a marca é um bem valioso para a franqueadora e que deve ser protegida de utilizações indevidas.

Outro direito é o recebimento do know-how, que inclui:

  • acesso à metodologia de negócio desenvolvida pela franqueadora;
  • capacitação para a evolução da unidade franqueada;
  • suporte e apoio para esclarecimentos e treinamentos.

Perceba que é fundamental — e também um direito — sanar todas as dúvidas que surgirem antes da assinatura do contrato. Desse modo, a marca deve responder todos os questionamentos para que você possa avaliar se é capaz de gerenciar o estabelecimento, ou se precisa de um apoio maior para suprir a inexperiência.

É assim que a franqueadora também cumprirá seus direitos e deveres, conforme especificado na COF e no contrato.

Deveres

Nesse cenário, quais são as responsabilidades do franqueado? O primeiro aspecto é o cumprimento de todas as cláusulas especificadas em contrato. Nesse escopo estão abrangidos:

  • pagamento de taxas previstas;
  • cumprimento de metas de vendas predeterminadas pela marca;
  • aquisição de produtos e serviços de fornecedores autorizados;
  • manutenção do mesmo nível de atendimento;
  • decoração com a mesma identidade visual da franqueadora;
  • compromisso com a administração dos recursos empresariais — sejam físicos, sejam financeiros;
  • fornecimento de relatórios periódicos sobre a operação.

É bom reforçar que a unidade franqueada é legalmente uma empresa própria, com CNPJ e firma constituída. Portanto, a marca fornece suporte, mas nunca será responsável pela gestão do negócio.

Por isso, o empreendedor deve manter o seu estabelecimento funcionando no endereço acordado com a marca, além de contar com uma equipe qualificada e bem treinada para que os preceitos da franqueadora sejam cumpridos.

Também é recomendado que o proprietário da unidade cuide da imagem da marca no que for relativo ao seu negócio e adote ações de marketing local, a fim de atrair mais clientes para o seu estabelecimento.

Lembre-se: a franqueadora tem a responsabilidade de divulgar a empresa em âmbito nacional ou regional, mas você tem mais chances de sucesso se fizer campanhas na cidade em que está inserido.

Mais que isso: é imprescindível que o franqueado cuide do dia a dia da sua unidade. Isso inclui a supervisão da equipe e das atividades executadas com o intuito de cumprir o sistema da rede, certo?

Em relação aos custos operacionais, o empreendedor precisa fazer o pagamento das taxas previstas e a quitação das despesas diárias referentes ao funcionamento da unidade, principalmente:

  • aluguel;
  • salário de colaboradores;
  • energia elétrica;
  • internet;
  • telefone.

Quais os principais direitos e deveres do franqueador?

A marca também tem responsabilidades e benefícios com essa relação de parceria. Vamos entender melhor? Então, continue com a leitura!

Direitos

Nesse tópico, o item que ganha maior destaque é o cumprimento das políticas e normas estabelecidas pela marca. O franqueador é o responsável por definir as regras de funcionamento e tem como direito receber o seguimento das diretrizes especificadas.

Os direitos que estão incluídos nas regras:

  • valores a serem pagos pelo franqueado;
  • exigências que devem ser seguidas;
  • definição de metas para as unidades;
  • possibilidade de supervisionar o atendimento;
  • acesso aos relatórios do estabelecimento para garantir que os números são condizentes com o que é relatado pelo proprietário da unidade.

Perceba que todos os direitos da marca são relativos à preservação de sua imagem e manutenção da reputação perante o público. Por isso, de acordo com o que está definido nas cláusulas contratuais, o franqueador tem todo o direito de desligar um franqueado pelo fechamento de sua unidade ou repasse para outro empreendedor.

Essa possibilidade é difícil de acontecer, mas serve como uma prerrogativa para casos de inadimplência e rompimento dos padrões que foram previamente estabelecidos.

Deveres

A primeira obrigação da franqueadora é definir e criar seu modelo de negócios. Somente a partir disso é que a marca pode ingressar no sistema de franchising como uma forma de expandir a sua presença no mercado. O destaque, aqui, é para o teste desse conceito que deve ser realizado em, pelo menos, uma unidade-piloto.

Em seguida, cabe ao franqueador conduzir o franqueado nas questões relativas à gestão e indicar procedimentos, políticas, regras e medidas de execução, implantação e administração da unidade.

A captação de franqueados é outra responsabilidade da marca, que deve fazer esse processo por meio de programas de qualificação, manuais e materiais de apoio. A fraqueadora tem o dever de ajudar o franqueado a prosperar, já que isso garante o fortalecimento da rede.

A marca também deve prezar pela transparência e especificar todos os detalhes importantes na COF, que precisa ser entregue, pelo menos, 10 dias antes da assinatura do contrato. Desse modo, a relação franqueador e franqueado começa com o pé direito.

Em suma, a marca deve garantir que as suas regras estão sendo cumpridas e que as unidades estão adotando as melhores práticas definidas pela rede. Para que isso ocorra, também é essencial fornecer os meios necessários para integração e interação produtiva com os franqueados, como é o caso de convenções, intranet e encontros.

Ainda assim, a comunicação é firmada de diversas maneiras e precisa estar de acordo com algumas diretrizes, a fim de que seja realmente eficiente.

Como acontece a comunicação entre franqueador e franqueado?

A resposta a essa pergunta passa pela organização dos canais. O ideal é contar com meios comunicativos para manter o padrão de qualidade e fornecer o mesmo atendimento e serviço para todos os clientes.

Por isso, vale a pena apostar em canais tradicionais, como e-mail, telefone e visitas, mas também aproveitar a tecnologia disponível — por meio da utilização de plataformas direcionadas para o franchising.

Mais do que essas medidas, é essencial que a marca esteja disposta a ouvir e que os franqueados tenham iniciativas para contornar os desafios que surgirão eventualmente.

Em outras palavras, a resposta final sempre será da franqueadora, mas, como franqueado, você tem o direito e o dever de ter uma participação ativa — uma vez que a troca de informações e a exposição de problemas garantem que todos busquem o melhor resultado pelo trabalho realmente alinhado.

Desse modo, é a partir da comunicação que a relação franqueador e franqueado se estabelecerá e fortalecerá. Isso vai acontecer por meio de contatos frequentes e compartilhamento de experiências e informações sobre o mercado de atuação.

Com isso, o proprietário de uma unidade se sentirá pertencente à marca, porque conseguirá perceber os benefícios que seu trabalho traz. Ao mesmo tempo, as duas partes devem se ajustar às necessidades do mercado e estarem dispostas a evoluir para alcançar o sucesso.

Em resumo, essa relação é de ganha-ganha. Enquanto os franqueados conquistam um percentual de lucro sobre o faturamento, a franqueadora recebe os royalties pagos devido à cessão de uso da marca. No entanto, há muito mais do que uma simples relação comercial.

Nesse cenário, os aspectos que devem estar presentes na relação são:

  • confiança;
  • sinceridade;
  • organização;
  • união.

São esses critérios que formarão uma rede verdadeiramente participativa e na qual todos visam ao mesmo resultado. Assim, a relação franqueador e franqueado é imprescindível para o sucesso do estabelecimento e da marca. Afinal, o trabalho bem-feito surte efeito em todos os aspectos, inclusive o financeiro.

E você, busca uma franqueadora para formar uma parceria positiva? Entre em contato conosco e veja com um de nossos consultores como é possível investir com segurança e obter ganhos rapidamente abrindo a sua unidade!

Fluxo de caixa: o que é e qual a importância de seu controle?

Uma das principais atividades do setor financeiro de uma empresa é o controle do fluxo de caixa. Ele serve como base para todo o trabalho do setor e mantê-lo sempre atualizado pode evitar grandes problemas.

Uma tarefa tão importante demanda alguns cuidados especiais e muita atenção a certos detalhes. Apesar de, em suma, ser um controle de entradas e saídas, os cálculos podem ser mais complexos dependendo de algumas situações. Nesse cenário, qualquer erro pode afetar várias outras contas.

Para ajudar você a fazer um controle de fluxo de caixa eficiente, preparamos este post mostrando o que ele é, destacando suas principais características e, por fim, explicando por que ele é tão importante para as empresas. Confira!

O que é fluxo de caixa?

Como citamos na introdução deste post, o fluxo de caixa é uma ferramenta de gestão financeira que expõe todas as entradas e saídas financeiras da empresa, geralmente agrupadas por mês.

Na prática, o fluxo de caixa mostra uma visão antecipada das projeções futuras. Ou seja, ele mostra a situação financeira provável dos próximos períodos, com base nas informações atuais disponíveis.

Dessa forma, ele deve contemplar todas as contas a pagar que já estão previstas no período 

 

de análise. Isso inclui todas as despesas recorrentes do dia a dia, como aluguel, despesas com funcionários e fornecedores e pagamento de royalties (nos casos de franqueados).

Da mesma forma, as receitas previstas também precisam ser listadas. As mais comuns são os recebimentos de vendas parceladas, mas também há as vendas feitas durante o mês por meio de cartão de crédito, que costumam demorar cerca de 30 dias para serem creditadas na conta.

Mantendo essas informações atualizadas e sob controle, o fluxo de caixa se torna um excelente aliado à gestão da empresa. A seguir, confira quais são os principais benefícios desse instrumento de gestão.

Quais são os principais benefícios do fluxo de caixa?

Manter o fluxo de caixa organizado e atualizado pode não ser uma tarefa tão prazerosa, mas seu cumprimento traz benefícios que, com certeza, valem todo o esforço. Veja abaixo alguns motivos para garantir que o fluxo de caixa da sua empresa esteja sempre em dia.

Eficiência no gerenciamento de gastos

O fluxo de caixa permite ao gestor financeiro ter uma visão clara da previsão de entradas e saídas de valores em um determinado período. Com isso, ele pode verificar se a empresa tem condições de arcar com seus gastos ou se providências precisarão ser tomadas.

É importante ressaltar que, para que esse gerenciamento seja realmente eficiente, é necessário manter o fluxo de caixa diariamente atualizado — principalmente porque a maior parte das previsões de entradas vem das vendas de cada dia, e esses valores podem afetar a visão mensal da situação financeira da empresa.

Auxílio no controle financeiro

O fluxo de caixa faz parte da base de informações necessárias para que o gestor faça um bom controle financeiro. Isso porque não há como decidir sobre pagamentos e investimentos sem ao menos saber quais são as previsões de entradas e saídas.

No dia a dia de um setor financeiro, são muitas as contas a pagar e a receber, e é papel do gestor manter a conta corrente controlada, não apenas para não faltar dinheiro para cobrir as contas a pagar, mas também para manter parte do dinheiro aplicada para gerar rendimentos.

O documento ajuda a prever com clareza a movimentação financeira de cada dia; assim, o empresário é capaz de realizar uma melhor gestão, evitando atrasos e multas e garantindo que o dinheiro siga rendendo nas contas de investimento.

Base para o planejamento financeiro

O histórico do fluxo de caixa é uma excelente fonte de informações para a realização do planejamento financeiro, um instrumento que permite ao gestor projetar as receitas, custos e investimentos da empresa de forma a antever a provável situação financeira futura.

Apesar dos conceitos parecidos, no fluxo de caixa os valores vêm de transações já realizadas, enquanto no planejamento os valores são suposições.

Nesse sentido, a análise dos fluxos de caixa anteriores oferece uma base mais sólida para a definição dos valores esperados no planejamento financeiro.

Aprimoramento na tomada de decisões

A tomada de decisões, em qualquer tipo de empresa, precisa ser feita com base em dados seguros e realistas. O fluxo de caixa é o documento com as informações financeiras mais reais existentes na empresa.

Decisões sobre grandes investimentos, ampliações, abertura de novas unidades, entre outras, são muito sérias e não devem ser tomadas com base em meras suposições. O fluxo de caixa provê informações que mostram uma tendência, possibilitando tomar decisões mais acertadas.

Um bom gestor financeiro saberá tomar as melhores decisões ao analisar os dados corretos do documento, além de contar com informações de outras ferramentas de gestão utilizadas na empresa.

Transparência sobre a saúde financeira da empresa

O fluxo de caixa é como um retrato do contexto financeiro atual da empresa para os próximos meses. Ao manter esses dados diariamente atualizados, a situação fica clara para os gestores.

Um fluxo de caixa bem organizado não deixa dúvidas sobre as transações. As entradas e saídas diárias são estritamente controladas; dessa forma, dificilmente uma discrepância nos valores passa despercebida.

Com dados confiáveis e atualizados, o real estado de saúde financeira da empresa torna-se facilmente verificável e medidas preventivas podem ser tomadas a tempo, se for o caso.

Por que manter o controle do fluxo de caixa é tão importante?

Manter o fluxo de caixa controlado é o mesmo que manter o seu setor financeiro em ordem. Ele é a base para todas as atividades do setor, então, se ele não estiver sob controle, todo o restante também não estará.

Além disso, mantê-lo organizado e atualizado garante que sua empresa obtenha todos os benefícios citados no tópico anterior. Alguns deles, inclusive, são essenciais para a execução de tarefas simples do dia a dia.

Portanto, é importante que seu setor financeiro tenha o hábito de atualizar o fluxo de caixa constantemente. Crie uma rotina e escolha uma pessoa para ser responsável por essa tarefa. Não deixe de acompanhá-la para garantir que o controle esteja sempre em dia.

Agora que você entendeu qual é a importância do fluxo de caixa, que tal aprender como calcular o lucro? Boa leitura!

Modelos de franquia: qual o ideal para seu perfil profissional?

Os números do mercado de franquia continuam a animar as pessoas que decidem investir no segmento. Segundo um estudo sobre desempenho da Associação Brasileira de Franchising (ABF), só em 2017 o faturamento das franquias foi de R$ 163 bilhões distribuídos em mais de 145 mil unidades pelo país.

O documento também apontou uma maior diversificação dos negócios e a interiorização dos empreendimentos, abrindo espaço para os novos modelos de franquia.

A seguir, mostraremos alguns desses modelos e as principais diferenças entre eles. Ao final daremos algumas dicas de como escolher a opção mais adequada ao seu perfil profissional. Confira!

Franquia unitária

Esse modelo é considerado o mais comum entre as diferentes franquias existentes no mercado. O franqueado ganha o direito de trabalhar com a marca, mas para isso precisa atender a algumas exigências contidas em um contrato específico.

Ela se caracteriza por não permitir a instalação de outra franquia da marca no mesmo ponto comercial, como acontece em shoppings centers com determinadas lojas e restaurantes, por exemplo.

Vale lembrar que o local onde será instalada a unidade de negócio também é preestabelecido pelo franqueador.

Franquia master

As franquias master têm uma característica bastante específica, elas são utilizadas pelas marcas que almejam expandir ou mesmo se internacionalizar.

Consequentemente, concedem ao franqueado o poder de abrir ou de terceirizar unidades da franquia em uma região, sendo que ele receberá um percentual dos royalties e das taxas da franquia aberta, repassando parte ao franqueador.

Ou seja, é oferecido ao empreendedor o direito de revender a “marca”. Nesse caso, o conhecimento de operação, subfranqueando unidades. Por esse motivo, é de suma importância que o franqueado possua um alto poder de investimento, já que ele coordenará toda a operação da região — no entanto, se o local comportar, ele terá a chance de obter altos lucros.

Franquia de conversão

A franquia de conversão é uma modalidade na qual o indivíduo, que já possui uma empresa, adapta o negócio a uma franquia existente no mercado.

Ele é adotado, principalmente, por empreendedores que desejam maior especialização da empresa, pois a parceria oferece a ele alguns padrões já desenvolvidos dentro do modelo de franchising, um renome de marca e todo o aporte de uma empresa já reconhecida no mercado.

A conversão costuma apresentar outra vantagem: o investimento do empreendedor precisará ser bem menor. Isso porque ele já terá boa parte do material, pontos de venda e outros insumos importantes para o desenvolvimento do negócio.

Essa adaptação também é uma forma de impulsionar vendas, visto que ele terá acesso a um conhecimento de marketing da franqueadora.

Franquia de desenvolvimento de área

A franquia de desenvolvimento de área se parece bastante com o modelo de franquia master. O franqueado pode abrir várias unidades do negócio em uma região, além de ter a possibilidade de vendê-las.

A diferença para a master é que, nesse modelo, o franqueado tem a obrigação de desenvolver as franquias, gerindo-as de maneira direta e não por meio de subfranqueados.

Entre as vantagens, há uma maior centralização do desenvolvimento do negócio, facilitando o processo de supervisão por parte do franqueador sobre a expansão em determinado território.

Para o franqueado, a possibilidade de deter os direitos de exploração da marca em território permite o estabelecimento de planos de expansão melhores. Esse é um modelo para aqueles indivíduos que desejam crescimento e possuem interesse em coordenar grandes empreendimentos.

Franquia shop in shop

O modelo shop in shop é perfeito para quem almeja a ampliação dos negócios. Nesse caso, o franqueado pode incorporar outra marca dentro do espaço do seu negócio, geralmente, um quiosque. A ideia é comercializar produtos complementares aos que já são vendidos no empreendimento.

O interessante desse modelo é que ele permite ao empreendedor diversificar a sua fonte de lucros e ainda conquistar clientes específicos adeptos à marca que será instalada no negócio.

Microfranquia

As microfranquias são caracterizadas por exigirem investimentos abaixo de R$ 90 mil. Elas são o modelo ideal para quem deseja iniciar o negócio, mas não possui um grande capital para investir. Geralmente, as microfranquias mais comuns são no ramo de serviços.

Devido ao baixo custo, o modelo de operações também costuma ser mais enxuto, permitindo ao empreendedor coordenar o negócio da sua própria residência. O modelo tem crescido no Brasil e é uma das apostas para o ano de 2018.

Franquia combinada

No caso das franquias combinadas, o negócio funciona de maneira distinta das outras opções apresentadas. Isso porque o mesmo empreendimento pode reunir diferentes marcas em um único local. Basicamente, o fornecedor é o franqueador, e o empresário que distribui os produtos é o franqueado.

Normalmente, isso ocorre nas lojas de esportes. Nesse tipo de empreendimento são combinadas diferentes marcas dentro de um único lugar. Desse modo, é bastante comum que esse modelo esteja associado ao shop in shop, pois algumas mantêm espaços exclusivos internamente.

 

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Dicas para escolher entre os modelos de franquias existentes

Depois de conhecer os modelos de franquias que apresentamos é necessário aprender como escolher aquele que mais se encaixa no seu perfil de empreendedor. Para isso é importante levar em consideração as dicas que apresentaremos a seguir!

Saiba quanto tem para investir

Não dá para comprometer 100% do seu orçamento com a instalação da franquia. Afinal, você precisará de capital de giro para iniciar o negócio. Por esse motivo, faça os cálculos do montante disponível a fim de escolher a opção que se encaixe melhor na sua realidade.

Estude o segmento

Depois de saber exatamente quanto tem para investir é hora de estudar as franquias existentes no segmento escolhido por você.

Seja no ramo alimentício, beleza, serviços, educação ou outros, pesquise as franquias que se adequem à realidade do local em que ela será instalada. Algumas das áreas que citamos, como a educação, estão em franca expansão. Isso porque as pessoas estão cada vez mais preocupadas com a qualificação profissional.

Mas lembre-se: independentemente do setor escolhido, veja se a rede exige um número mínimo de habitantes na cidade, algumas estabelecem esses tipos de regras.

Procure se identificar com a marca

Você se identifica com a marca da qual pretende ter uma franquia? Se a resposta for não, é bom repensar essa escolha!

Afinal, você precisa ter afinidade com o segmento para poder desenvolver a franquia e obter sucesso com ela. Só assim você terá motivação para continuar aperfeiçoando os produtos e serviços oferecidos, bem como terá mais facilidade para entender o mercado em que está inserido.

Faça uma análise operacional

Cada franquia tem as suas especificidades operacionais. Ter domínio sobre elas é essencial para evitar dores de cabeça no futuro!

Sendo assim, procure conversar com outros franqueados da marca sobre as dificuldades, o relacionamento que eles têm com a marca franqueadora, e entender sobre o comprometimento da marca-mãe com o aperfeiçoamento e inovação contínuos do empreendimento.

Conhecendo os modelos de franquias existentes no mercado e seguindo as dicas apresentadas, a escolha pelo negócio mais alinhado ao seu perfil será bem mais simples. Consequentemente, as chances de sucesso também se multiplicarão.

Ainda tem alguma dúvida sobre o assunto? Quer saber algo em específico sobre o mercado de franquias? Deixe o seu comentário aqui embaixo!

Conheça a inspiradora história de Jeff Bezos, criador da Amazon

Para os empreendedores, as histórias inspiradoras funcionam como um valioso combustível: ao evidenciarem o sucesso de um, motivam o outro a perseguir seus sonhos e objetivos com ainda mais determinação e empenho. É por isso que a trajetória de Jeff Bezos, criador da Amazon, merece ser conhecida e compartilhada.

Se você deseja entender um pouco mais sobre a experiência desse homem visionário, que hoje comanda um verdadeiro império do varejo, encontrou o conteúdo certo! No post, você vai saber um pouco mais sobre a vida e as ideais de Bezos, compreendendo os motivos que fazem dele uma referência do empreendedorismo moderno.

Preparado? Vamos em frente e boa leitura!

Quem é Jeff Bezos, o criador da Amazon?

Nascido nos Estados Unidos, em 1964, Jeff Bezos foi o que se pode chamar de “criança prodígio”. Ainda na primeira infância, quando só podia engatinhar, há relatos de que tenha desmontado seu berço com uma chave de fenda.

Mais crescido, mas ainda menino, diz-se que foi capaz de montar um alarme elétrico que mantivesse seus irmãos longe de seu quarto. Um belo indicativo de um futuro promissor, certo?

Formado com louvores na Universidade de Princeton, uma das mais renomadas dos EUA e onde cursou engenharia elétrica e ciência da computação, Bezos logo encontrou trabalho em Wall Street, optando por seguir carreira no ramo da informática.

Mas a inquietação de seu espírito, somada à inventividade que cultivava desde criança, eram responsáveis por mantê-lo sempre atento às novas oportunidades de desenvolver suas ideias e projetos. A Amazon, que acabou fundando alguns anos depois, foi certamente o produto de sua personalidade empreendedora e, claro, de muito trabalho árduo.

Como foi a trajetória empreendedora de Bezos?

Como já mencionamos, o início profissional de Jeff Bezos seguiu um script bastante tradicional: após a graduação em uma universidade de ponta veio um emprego no local mais disputado e competitivo dos Estados Unidos. E você, por acaso, acha que Bezos ficou satisfeito com suas conquistas?

A resposta, você já sabe, é “não”. Durante uma viagem de Nova York a Seattle, em 1994, Jeff aproveitou o tempo livre para redigir um projeto de negócio. Assim nasceu, no plano das ideias, o que hoje conhecemos por Amazon.

O início da empresa foi modesto: a sede era a própria garagem de Bezos, que abandonou uma carreira já estabelecida (e bem-sucedida) de vice-presidente para apostar todas as fichas em sua aventura empreendedora. Na época, ele fez uma aposta certeira: acreditou que explorar a internet, ainda pouco disseminada, poderia trazer retornos significativos.

A grande sacada de Bezos foi aplicar seus conhecimentos em computação para desenhar uma operação ousada, pautada na venda por correspondência. No começo, ainda sem a potência e o glamour da atualidade, o próprio Jeff arregaçava as mangas e empacotava os produtos que vendia — livros, discos, brinquedos e equipamentos eletrônicos.

 

 

A expansão da empresa, a partir de então, foi relativamente rápida. Em 1996, Bezos abriu o IPO da Amazon, permitindo que suas ações fossem negociadas na Bolsa de Valores. Em 1999, já estampava a capa da revista Time, uma das mais conceituadas do país.

Em 2001, o portfólio de produtos oferecidos foi fortemente alavancado (passando a incluir itens como artigos esportivos e joias). Em 2004, a empresa comemorou 108 milhões de artigos comercializados ao longo da temporada de férias.

De lá para cá, os recordes são constantemente quebrados. Para Bezos, que não mede esforços, não parece haver limites para galgar sua companhia a resultados cada vez melhores.

E não pense que a boa performance da empresa acalmou os ânimos empreendedores dele: a inovação, na própria Amazon — ou em projetos paralelos que se empenha em desenvolver — é uma das características mais latentes de Jeff.

O lançamento do Kindle, que revolucionou o mercado de leitores digitais, e a recente Amazon Go, que apresenta um novo conceito em lojas sem atendentes, são belos exemplos de sua mente criativa.

Com trabalho árduo, foco e persistência para implementar suas ideias e desenvolver seus projetos, Bezos foi recentemente apontado como o homem mais rico do mundo, ultrapassando Bill Gates. É possível que, até 2042, ele seja o primeiro trilionário da história.

Qual é o segredo de sucesso do criador da Amazon?

Diante de todo o sucesso de Jeff Bezos, desponta um questionamento inevitável: qual é a fórmula do desse empreendedor tão visionário?

Muito embora seja difícil assinalar, de forma isolada, quais atributos tornaram Bezos o maior fenômeno empresarial da atualidade, alguns princípios que ele defende podem ser úteis àqueles que trilham uma trajetória semelhante. Dentre as lições do criador da Amazon, algumas podem ser bastante úteis a você e ao seu negócio:

  • olhar para o futuro, mas sem esquecer do presente;
  • colocar a mão na massa e conhecer toda a operação, assegurando controle dos processos principais;
  • estar atento à concorrência, extraindo as melhores práticas de empresas que têm apresentado bons resultados;
  • nutrir a resiliência e estar constantemente motivado, fortalecendo-se para enfrentar os desafios de um mercado complexo;
  • apostar em inovação, entendendo que novos comportamentos exigem novas soluções.

Por que Jeff Bezos é uma referência?

A história de Bezos, por si só, já dispensaria qualquer explicação. Seus feitos, com certeza, refletem sua capacidade inventiva, mas também ressaltam uma forte consciência prática — afinal, para transformar sonhos em realidade, é preciso agir.

Se você deseja empreender (ou já começou a jornada à frente do próprio negócio), a história de Jeff Bezos é, sem dúvida, muito inspiradora e faz dele uma referência inquestionável no assunto.

Por meio das experiências do empresário, que hoje colhe os frutos de décadas de trabalho, você pode extrair conhecimentos úteis na estruturação e no desenvolvimento de sua empresa.

Se a trajetória do criador da Amazon, por tudo o que representa, reavivar sua energia e motivá-lo a perseguir suas metas com ainda mais garra, o nosso objetivo foi atingido com sucesso! Lembre-se de que nenhum sucesso acontece da noite para o dia, mas todo o esforço é recompensado. Boa sorte!

A história de Jeff Bezos despertou em você a vontade de fazer mais e melhor? Então aproveite para conhecer outros líderes que são referências em empreendedorismo e extraia dicas valiosas para seu crescimento pessoal!