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Everton Sabú
Fundador

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Abrir franquia como investimento: saiba como aplicar suas economias

Você já deve ter visto algum consultor financeiro dizer que é recomendado investir o dinheiro que tem guardado para fazê-lo render, certo? Entretanto, o que nem todo mundo comenta é que abrir franquia é uma alternativa válida e que pode garantir um futuro mais tranquilo para sua família.

Essa é uma maneira de começar o seu negócio com o pé direito e com menos chance de falência. Segundo dados publicados no Portal do Franchising, enquanto a taxa de mortalidade de pequenas empresas, com até 2 anos de funcionamento, é de 23%, as franquias na mesma condição têm índice de apenas 3%.

Essa diferença enorme é derivada das características do negócio — aspectos que o tornam mais seguro do que outros investimentos. Assim, você pode aplicar seu FGTS, e/ou dinheiro que tem guardado, e/ou que receber do acerto no emprego em um empreendimento que assegurará sua estabilidade financeira.

Para entender melhor como fazer isso, vamos explicar os principais aspectos do franchising, neste post. Que tal acompanhar?

O que são franquias?

Esse é um modelo de negócios no qual uma marca conhecida no mercado cede direitos para terceiros, que abrem suas unidades e reproduzem as características comerciais para vender produtos ou prestar serviços. Nessa relação, o franqueado tem direito ao know-how da marca e conta com uma estrutura semelhante.

Para isso, o proprietário da unidade precisa pagar algumas taxas, como a de royalties, que estão estabelecidas em contrato. Ele também deve seguir o que o contrato especifica — e, na maioria dos casos, deve vender somente os produtos ou serviços daquela marca.

Como a franqueadora já é reconhecida, as franquias têm menos chances de falência, conforme apresentamos. O segmento também apresenta bons resultados, sendo que cresceu 8% somente em 2017, se comparado ao ano imediatamente anterior. O dado é da Associação Brasileira de Franchising (ABF).

Como funcionam?

A ideia do franchising é que a marca e o empreendedor firmem um contrato baseado na parceria. A relação deve seguir o que estabelece a Lei de Franquias. Nesse caso, o franqueado precisa pagar uma taxa para ter direito ao uso da marca, enquanto a franqueadora assegura acesso a todo o conhecimento desenvolvido.

O proprietário também tem direito a receber capacitação e suporte adequados para que possa implantar e gerenciar sua unidade. Porém, como essa unidade é uma pessoa jurídica própria, o empreendedor deve gerenciá-la sozinho, mas dentro do que está acordado em contrato.

Esse documento tem uma validade e pode ser renovado posteriormente, se ambas as partes envolvidas assim desejarem. Contudo, a prerrogativa de seguir as determinações da marca continua válida. Isso porque é necessário manter o padrão de qualidade, além da identidade visual e outros aspectos que identificam a empresa perante o consumidor.

Qual o investimento mínimo para abrir uma franquia?

O valor a ser empregado varia conforme a marca, a estrutura exigida e o segmento em que a rede está inserida. O contrato e a Circular de Oferta de Franquia (COF) apresentam o investimento inicial e o capital de giro — quantia destinada ao funcionamento — necessários para o início das operações.

Os documentos também indicam o prazo de retorno médio do investimento, que se torna mais uma medida de segurança contra problemas financeiros. Assim, você já sabe quanto precisa ter em mãos para garantir o sucesso.

Dentro desse valor de investimento mínimo ainda podem estar incluídos (há variações conforme a marca):

  • taxa de franquia;
  • direito de uso da marca;
  • apoio à implantação;
  • treinamento e desenvolvimento do negócio;
  • reforma do ponto comercial;
  • mobiliário e projeto arquitetônico;
  • equipamentos e acessórios;
  • estoque inicial e matéria-prima;
  • abertura da empresa;
  • marketing de inauguração;
  • capital de giro;
  • software de gestão.
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Quais dicas ajudam a começar seu negócio?

Existem várias recomendações a serem seguidas na hora de abrir sua unidade. Conheça as principais, a seguir!

Escolha uma marca com a qual tenha afinidade

Selecionar uma franqueadora requer pesquisa e cuidado. O ideal é entrar em contato com diferentes marcas para conhecer as exigências e outros detalhes, como investimento inicial, prazo de retorno e mais. Caso o seu perfil seja aprovado, uma entrevista deve ser marcada para conhecer o negócio com mais especificações.

Nesse processo, é importante ter afinidade com a marca e os produtos ou serviços comercializados. Também é indicado verificar o que a franqueadora oferece, se tem um bom programa de capacitação e quais resultados foram atingidos nos últimos anos.

Converse com franqueados e antigos proprietários

Conversar com donos de unidades atuais e antigos é uma boa maneira de avaliar se a marca cumpre com o prometido, se falha em algum ponto e como é o suporte efetivamente oferecido. Nesse sentido, a COF oferece os dados necessários para contato.

Prepare-se financeiramente

É preciso realizar determinado investimento financeiro, além do capital de giro necessário para financiar a operação por, pelo menos, 2 anos. O ideal é ter uma reserva guardada para utilizar no negócio, se necessário.

Tenha noções de gestão

Administrar um negócio é um desafio. Além de conhecer os empecilhos que devem surgir pelo caminho, é preciso compreender questões relativas ao gerenciamento administrativo, financeiro e operacional. Tenha em mente que, mesmo com o suporte da franqueadora, você será o dono da unidade.

Conheça o mercado

Começar um negócio no sistema de franchising traz vários benefícios e um deles é vender produtos e serviços já conhecidos pelo mercado. Mesmo assim, vale a pena conhecer a concorrência do segmento para ter mais chances de a sua unidade ter sucesso. Para isso, vale a pena pesquisar em sites e conversar com as pessoas da região para identificar o público-alvo.

Quais são os benefícios de abrir sua unidade franqueada?

As principais vantagens de ter o seu negócio próprio no sistema de franchising são:

Ser seu próprio chefe

A abertura do seu negócio traz flexibilidade. Por mais que precise abrir e fechar a unidade em horários predeterminados, você terá colaboradores e poderá equilibrar sua agenda. Isso não significa que trabalhará menos, mas sim que será capaz de organizar melhor sua vida financeira e pessoal.

Ter um estabelecimento com estrutura predefinida

A franqueadora já tem uma identidade visual e um modelo predefinido para suas unidades. Essa característica evitará que você precise realizar obras além do necessário, o que representa uma redução de custos. Da mesma forma, você não precisará se preocupar com esse fator, já que a marca oferece todo o apoio necessário.

Receber suporte da franqueadora

Os colaboradores que você contratará serão capacitados pela própria marca para conhecerem sua história, produtos e serviços. Essa medida traz mais segurança e confiabilidade ao trabalho, que passa a ser realizado dentro das prerrogativas determinadas em contrato e com a mesma qualidade.

Para ter uma ideia da importância desse benefício, basta pensar em uma franquia de idiomas. Ao ter acesso aos materiais trabalhados e à metodologia de ensino, os professores da sua unidade sabem exatamente o conhecimento que devem repassar e a melhor forma de fazer isso.

Quais cuidados devem ser tomados ao abrir uma franquia?

Começar esse negócio também exige algumas precauções. A primeira é compreender que a parte financeira nem sempre viabiliza sua entrada no setor. Você pode ter todo o dinheiro exigido, mas é necessário complementar com preparo, identificação com o segmento, conhecimento de gestão, bom relacionamento interpessoal e integridade.

Por isso, é importante fazer uma autoavaliação cuidadosa para identificar seus pontos fortes e fracos, suas habilidades e o que precisa fazer para aumentar suas chances de sucesso. Detectar seu perfil de empreendedor também é essencial nesse processo.

Outro cuidado necessário é com o contrato e a COF (Circular de Oferta de Franquia). Esses documentos devem ser analisados detalhadamente, pois contém informações comerciais, financeiras e jurídicas necessárias para o bom desenvolvimento do negócio.

Em resumo, abrir franquia é o mesmo que investir em um novo estilo de vida. Você terá a possibilidade de organizar o seu tempo, mas também terá várias responsabilidades, já que esse processo exige empenho e esforço. Ainda assim, é um ótimo investimento, que pode assegurar seu futuro e o de toda a sua família.

Então, ficou interessado em ingressar no franchising? Aprofunde seus conhecimentos e veja quais são os aspectos legais que deverão ser considerados na franquia. Boa leitura!

Break even: afinal, como descobrir se ele foi alcançado?

Toda empresa começa a partir de algum investimento — seja pela participação dos sócios, seja por algum tipo de financiamento externo. Sendo assim, o break even é um dos momentos mais aguardados por elas.

Afinal, um dos principais objetivos de uma empresa é atingir uma certa margem de lucros. Sem conseguir arcar nem com todos os seus custos, isso seria impossível.

Mas nem todos os empresários sabem, ao certo, como se planejarem corretamente para alcançar esse ponto o mais rápido possível. Além disso, saber se a sua empresa tem gerado receitas suficientes para determinar que o break even foi alcançado não é assim tão simples.

Mas não precisa se desesperar! Neste post, vamos mostrar como o cálculo deve ser feito e ainda daremos dicas para você preparar toda a sua equipe para alcançar o break even e começar a ver a sua empresa gerando lucros. Confira!

A importância do acompanhamento financeiro constante

Desde a abertura, uma empresa gera diversas movimentações financeiras. A princípio, o volume de saída será bem maior que o de entrada — e isso está totalmente dentro do esperado. Afinal, é preciso fazer diversos investimentos iniciais com a estruturação da empresa, compra de mobiliário, equipamentos, contratação de profissionais, aluguel de espaço, entre outros.

Nesse período, é preciso ficar bastante atento para que as contas não fiquem “no vermelho” além do necessário. Por outro lado, é preciso fazer um esforço grande para conquistar os primeiros clientes e fazer com que a empresa comece a faturar. Assim, “atenção” é a palavra-chave para garantir o controle.

Uma empresa que tem o controle sobre suas entradas e saídas tem muito mais facilidade em encontrar seu ponto de equilíbrio financeiro e ter o retorno sobre o investimento feito. Além de ter uma capacidade de reação muito mais eficaz e rápida quando algo começa a desviar da normalidade. Por isso, é importante fazer um acompanhamento constante e detalhado.

Conhecendo melhor o break even

Antes de dizer como você pode alcançar o break even na sua empresa, é preciso esclarecer o que é. De forma sucinta, ele é como se fosse uma linha que separa dois momentos financeiros muito importantes.

Antes de ultrapassar essa linha, a sua empresa ainda não tem condições de pagar todas suas contas apenas com os valores faturados nas vendas. Ao ultrapassá-la, a sua empresa começa a gerar lucros.

Sendo assim, o break even é o momento em que a sua empresa começa a “caminhar com suas próprias pernas” — já que ela para de depender de investimentos externos ou do uso de fundos de acionistas. Em outras palavras, ela para de dar prejuízos.

Mas nada de parar por aí! Afinal, a empresa apenas chegou ao ponto de transição. Os esforços para aumentar o volume de entrada e para reduzir os custos devem seguir com força total.

O cálculo

Para calcular o ponto de equilíbrio financeiro da sua empresa, é preciso considerar três elementos: custos fixos, custos variáveis e margem de contribuição.

Os custos fixos são os mais fáceis de serem identificados e calculados. Eles envolvem todas as contas a serem pagas todos os meses que não sofrem grandes alterações de valores. São exemplos: aluguel, folha de pagamento, energia elétrica, internet etc.

Já os custos variáveis são aqueles que sofrem alterações diretamente relacionadas à capacidade de confecção de um produto ou de prestação de um serviço. Ou seja, quanto maior for a produção ou a demanda pelos serviços, maior serão os custos variáveis.

A margem de contribuição está relacionada ao valor necessário para produzir cada unidade a ser vendida. Ela é calculada a partir do valor faturado nas vendas, descontados todos os custos fixos e variáveis, além das deduções fiscais. Além disso, é um excelente parâmetro para o dono do negócio definir o quanto precisa receber para cobrir os custos adicionais ao investimento realizado.

Atitudes que ajudam a alcançar o break even na sua empresa

Agora que você já sabe porque é importante se preocupar com o ponto de equilíbrio financeiro da sua empresa e como fazer o cálculo dele, vamos mostrar algumas formas de ajudar, não apenas a alcançá-lo, mas também a superá-lo e garantir que sua organização gere lucro todos os meses. Confira!

Planejamento financeiro

Esse é um dos pontos mais importantes para garantir a saúde financeira da sua empresa. A estruturação de um planejamento é uma excelente ferramenta para ter previsões de curto, médio e longo prazos. Com essas previsões em mãos, a tomada de decisão fica muito mais fácil e certeira.

Não se esqueça de considerar os dados históricos da sua empresa e de direcionar todas as ações do planejamento para as metas corporativas. Outro ponto de atenção é manter os valores o mais próximo do real possível, nada de criar metas e expectativas de faturamento fora da realidade do mercado, hein?

Gestão de processos otimizada

A melhoria da gestão dos processos da empresa tem impacto direto nas questões financeiras. Processos otimizados geram economia de insumos, de tempo e melhor aproveitamento da mão de obra. Além disso, processos mais fluidos ajudam na comunicação interna e no clima organizacional.

Analise cada processo da empresa e identifique pontos de melhoria. Se for preciso, contrate uma consultoria externa para garantir que esse trabalho seja feito de maneira correta e precisa. Implante as correções, estabeleça os parâmetros e metas e acompanhe tudo periodicamente.

Conhecimento profundo dos pontos que influenciam no cálculo

O ponto de partida para conhecer o break even da sua empresa é estar por dentro de tudo o que está envolvido no cálculo. Faça questão de saber cada detalhe sobre os custos, tanto os fixos quanto os variáveis. Acompanhe o andamento de cada número, veja se estão seguindo a tendência esperada de crescimento e queda.

É papel do dono da empresa saber o que se passa em seu cotidiano. Não deixe tudo nas mãos de terceiros — se interesse, se envolva. Só assim é possível tomar todas as providências para, não apenas alcançar o ponto de equilíbrio, mas superá-lo e gerar ganhos reais e sustentáveis.

O break even é apenas o primeiro grande desafio! Quando a sua empresa começar a se tornar autossustentável, o crescimento será apenas uma questão de tempo e dedicação.

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Histórias Inspiradoras: Paulo Lemann — sucesso no empreendedorismo

Uma história de sucesso é, com certeza, permeada de desafios, obstáculos e até mesmo tropeços. As maiores provas de resiliência — que, por si só, já é uma característica dos líderes obstinados — são fortalecer-se na dificuldade, sonhar grande e perseguir os objetivos com cada vez mais empenho. Paulo Lemann, atualmente o homem mais rico do Brasil, é um exemplo que reúne todas essas características!

Se você deseja conhecer e se inspirar na trajetória dele, encontrou o conteúdo perfeito. Neste post, você encontrará informações sobre a vida, as escolhas e as conquistas de Lemann, compreendendo como ele se tornou um ícone de sucesso.

Além disso, você também terá acesso a dicas preciosas para que consiga traçar seu próprio caminho, aproveitando as lições pessoais e profissionais do maior empreendedor do país. Preparado? Vamos em frente e boa leitura!

Paulo Lemann: infância e juventude

Embora seja natural do Rio de Janeiro, Paulo Lemann tem ascendência suíça: filho de mãe brasileira, seu pai emigrou da região de Emmental e se fixou na capital carioca antes de seu nascimento, em agosto de 1939.

Não seria exagerado dizer, também, que o tino empreendedor está no sangue: o pai de Lemann é o fundador da Leco (abreviação de Lemann & Company), fábrica de laticínios que tem expressividade em todo o território nacional e que foi recentemente incorporada à Vigor Alimentos.

No que diz respeito ao seu desenvolvimento, a educação básica de Paulo foi concluída na Escola Americana do Rio de Janeiro, ainda aos 17 anos. Para o ensino superior, sua escolha foi a Faculdade de Economia de Harvard, uma das mais renomadas instituições do mundo.

Na universidade, um episódio de rebeldia marcou a trajetória acadêmica de Lemann: ao participar de uma revolta estudantil, Paulo foi pego pelo reitor ao jogar bombinhas no pátio de Harvard, o que culminou em sua suspensão temporária. Ao retornar, Lemann concluiu o curso antes do previsto, em apenas três anos.

A trajetória do líder: como Paulo Lemann construiu seu império

Em 1961, já formado, Lemann mudou-se para Genebra, na Suíça, e estagiou no Credit Suisse, uma das maiores instituições financeiras do mundo. Não demorou, porém, a voltar para o Brasil, onde, em 1971, adquiriu seu primeiro negócio: a corretora Garantia.

Desde essa época, Lemann contou com a expertise de dois fiéis escudeiros: Marcel Telles e Beto Sicupira, seus sócios. Juntos, trabalharam para expandir e desenvolver o negócio, que posteriormente se tornou o Banco Garantia. Em paralelo, adquiriram as Lojas Americanas, importante rede varejista brasileira.

Quando, pouco antes do ano 2000, o Garantia foi vendido, os três continuaram juntos e fundaram a GP Investimentos, considerada a primeira empresa de private equity do país, perpetuando a injeção de capital e o investimento em negócios promissores, embora momentaneamente cambaleantes. O intuito era reestruturá-los e, em seguida, vendê-los por um preço superior ao da aquisição.

Mais uma vez, a empreitada se mostrou um sucesso. E, em reconhecimento ao bom trabalho de seus funcionários, Lemann entregou parte da companhia àqueles que o ajudaram a prosperar. A GP foi, então, parcialmente desfeita.

Era hora de Lemann, Telles e Sicupira estacionarem sua avidez pelo mercado? Certamente que não! O trio se lançou em mais um desafio e abriu, em 2004, a 3G Capital. A duplicidade de sedes — uma no Rio de Janeiro e outra em Nova York — já indicava que os planos eram ambiciosos. E o tempo apenas comprovou a tese.

O segmento de bebidas interessava a Lemann. Prova disso foi o surgimento da Ambev, com a aquisição da marca Brahma e sua associação com a cervejaria Antarctica, ainda em 1999.

Mais tarde, em 2004, a empresa também comprou a belga Interbrew, dando origem à InBev. E não parou por aí! A AB Inbev é resultado da incorporação da Anheuser-Busch, a maior cervejaria do mundo e detentora da marca Budweiser.

Em 2010, a 3G também incorporou a Restaurant Brands International a seu portfólio, passando a deter marcas globalmente fortes, como Burger King e Popeyes.

Dando continuidade à expansão da holding no segmento alimentício, a compra da gigante Heinz, líder no ramo de molhos e condimentos, foi também um marco na trajetória da 3G: Paulo, em parceria com o megainvestidor (e bilionário) Warren Buffett, a mente por trás da Berkshire Hathaway, passou a deter a Kraft Heinz.

Vale lembrar, por fim, que o trio à frente da 3G também gerencia a Gera Venture e a Innova Capital, aceleradoras destinadas a investir em empreendimentos com grande potencial de crescimento. Além disso, Lemann mantém iniciativas voltadas a estimular a educação de alta qualidade e a prática esportiva: a Fundação Estudar e o Instituto Tênis são ótimos exemplos.

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As lições de Paulo Lemann: aprenda com o sucesso do empresário

Pessoas bem-sucedidas merecem nossa atenção. Afinal, sempre poderemos aprender algo com uma trajetória de êxitos (que nem por isso está isenta de percalços ou fracassos pontuais).

A carreira de Lemann não foi diferente. Os obstáculos enfrentados certamente geraram grandes aprendizados que, mais tarde, endossaram o sucesso do empreendedor.

Entre as lições que ele se dedica a propagar na missão de desenvolver os líderes e os negócios brasileiros, com certeza alguma (senão todas) também será útil para você! Confira algumas delas a seguir.

Aprenda com os erros

O primeiro empreendimento do qual Lemann fez parte (com apenas 2% das ações), a Invesco, foi à falência em 1966, quando ele tinha 27 anos. Apesar da decepção, Paulo não se acanhou e seguiu em frente com ainda mais vontade de fazer acontecer. E, claro, deu certo!

Por isso, Lemann faz questão de reforçar que erros são comuns e, ao mesmo tempo em que nos esforçamos para evitá-los, devemos aprender com cada tropeço.

Foque no essencial

Em um mundo de distrações, Lemann afirma que é preciso identificar o que é fundamental e, assim, focar naquilo que precisa ser feito e que efetivamente fará diferença.

Essa mentalidade formou-se ainda na universidade, quando Paulo estava decidido a terminar o curso no menor tempo possível. Essa ambição fez com que criasse uma metodologia de absorção para cada disciplina: dedicava-se a gravar as cinco coisas mais importantes de cada matéria.

O método deu tão certo que é aplicado até hoje nos empreendimentos de Lemann. Suas companhias e sua equipe, por exemplo, têm cinco metas essenciais.

Valorize as pessoas que trabalham com você

Por fim, embora não menos importante, cabe citar uma frase bastante emblemática, dita por Lemann em uma de suas entrevistas: “Nosso negócio não é cerveja, nem hambúrguer ou ketchup, é gente”.

Com essa mentalidade, o empreendedor reforça seu compromisso com aqueles que o auxiliam no cotidiano operacional e administrativo. Paulo Lemann destaca que investir na equipe, proporcionando um ambiente atrativo de bem-estar e aprendizado, é indispensável para que a empresa tenha sucesso.

Este conteúdo despertou seu interesse e motivou você a querer fazer mais (e melhor)? Então, aproveite para compartilhá-lo nas redes sociais e permita que seu círculo de amigos também tenha acesso às lições desse grande líder. Bons negócios e até a próxima!