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Everton Sabú
Fundador

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Conheça 7 habilidades de um empreendedor que são indispensáveis

O cenário econômico atual obrigou muitos trabalhadores a montarem seu próprio negócio para fugir do desemprego. Diante disso, houve um aumento na concorrência e as habilidades de um empreendedor se tornaram ainda mais cruciais para o sucesso da empreitada. Existem os profissionais que saem na frente, pois já nascem com algumas dessas características bem estabelecidas.

Contudo, é possível desenvolvê-las em qualquer pessoa que esteja disposta a encarar o desafio de estar à frente de um empreendimento. Por isso, é fundamental saber quais são essas habilidades e como fazer para aprimorá-las. É justamente isso que vamos abordar neste artigo. Então, confira as nossas dicas e boa leitura!

1. Inteligência emocional

A inteligência emocional é uma habilidade muito importante para que o empreendedor consiga manter suas questões psicológicas em dia. Isso porque ela está relacionada com a capacidade de lidar com situações extremas de forma mais racional e eloquente. Imagine que você seja dono de um restaurante e aconteça um acidente na cozinha e um de seus funcionários se corte.

Nesse momento, é preciso manter a calma, prestar os primeiros socorros e verificar se será necessário pedir ajuda profissional. Como empreendedor, não importa se ele não tem um bom desempenho ou se é seu parente. Existe um procedimento a ser cumprido e, independentemente das circunstâncias, é a inteligência emocional que ajuda a garantir isso.

2. Resiliência

A melhor analogia utilizada para explicar o conceito de resiliência é o exemplo do bambu. Ele é flexível o suficiente para ceder à pressão, ao mesmo tempo em que tem sua estrutura forte o bastante para voltar ao estado normal quando não há mais nenhuma força sendo aplicada sobre ele.

Como habilidade de um bom empreendedor, a resiliência aparece no momento em que é preciso se adaptar a uma determinada situação, sem que isso mude a sua essência. Por exemplo, digamos que seu estabelecimento seja atingido por uma forte chuva e muitos equipamentos e insumos sejam perdidos. Como um líder resiliente, você conseguirá encontrar soluções temporárias para restabelecer o negócio sem se deixar abater ou desistir.

3. Criatividade

O mundo tem evoluído cada vez mais rápido e, com isso, as relações de consumo também. Isso significa que não dá mais para seguir fazendo as mesmas coisas e esperar que os resultados sejam diferentes. Afinal, vários fatores podem ter mudado e sua empresa precisa acompanhar essas mudanças para se manter competitiva.

Nesse sentido, a criatividade ajuda a desenvolver novos métodos, a criar novos produtos ou até mesmo a pensar em novas formas de apresentá-los aos clientes. O ponto importante da questão é que essa característica garante a atratividade da empresa e, consequentemente, a sua perenidade no mercado.

4. Liderança

Foi-se o tempo em que a liderança era uma característica exigida apenas de pessoas com cargos de chefia. Hoje em dia, ela é uma das habilidades mais importantes para um empreendedor que deseja ter sucesso, mesmo que ele não tenha que coordenar uma equipe em sua rotina.

A liderança se caracteriza pela aptidão de pegar as responsabilidades para si e engajar as pessoas ao seu redor na resolução dos problemas. Sendo assim, ela em nada tem a ver com “saber mandar”, mas sim com o comprometimento verdadeiro com as questões e as pessoas, de forma a inspirá-las e motivá-las a fazer o negócio crescer e se destacar.

5. Persuasão

A persuasão é a arte do convencimento. Assim como a liderança, ela não está relacionada com a capacidade de dar ordens, mas sim de fazer com que as pessoas concordem com o que está sendo proposto, pois acreditam ser o melhor a fazer. No cotidiano de uma empresa, o gestor persuasivo é aquele que tem uma equipe bastante alinhada e que acredita nas decisões que foram tomadas.

Para conseguir induzir os funcionários, o empreendedor deve ser seguro e ter convicção das escolhas que faz. Isso só é possível se ele estiver sempre presente e inteirado de tudo o que se passa ao longo do dia. Desse modo, tem todas as informações necessárias para seguir opções mais firmes e convincentes.

Adicionalmente, é importante ressaltar que uma boa argumentação é uma peça essencial. Logo, além de todo o embasamento na tomada de decisão, o líder persuasivo deve saber expor seus argumentos de modo a garantir que todos compreendam bem o que está sendo proposto e acatem a ideia voluntariamente.

6. Humildade

Não tem nada que desmotive mais uma equipe do que um gestor arrogante. A falta de humildade faz com que nenhuma das características anteriores seja alcançada. Dessa forma, essa é, de todas as habilidades de um empreendedor, a mais impactante. Basicamente porque ela permite que as demais possam ser adquiridas quando a pessoa não nasce com elas.

Entretanto, humildade não deve ser confundida com pobreza ou fraqueza. Muito pelo contrário, um líder humilde sabe quais são suas qualidades e, principalmente, suas limitações. Em vista disso, ele usa esse conhecimento de si próprio para evoluir sem, contudo, denegrir ninguém pelo caminho.

7. Ambição

A última habilidade que vamos destacar ainda é vista de forma negativa por algumas pessoas, mas isso é um mito que precisa ser quebrado. A ambição é muito diferente da avareza. Enquanto a primeira busca a evolução constante, a segunda prega o enriquecimento a qualquer custo.

Então, ser ambicioso é querer que a empresa e seus empregados cresçam de forma sustentável e saudável. A conquista de bens é apenas uma consequência desse processo e não o objetivo principal. A falta dessa característica faz com que o negócio fique estagnado, o que, no mundo em que vivemos, é o mesmo que seguir por um caminho que levará ao fracasso.

Enfim, existem diversas outras habilidades de um empreendedor que devem ser aprimoradas, mas essas são as essenciais. Se você tem um empreendimento ou está pensando em montar um, observe essas características e trace um plano de desenvolvimento para a sua carreira. Assim, seu sucesso será ainda maior.

Uma excelente forma de entender melhor como essas habilidades funcionam na prática é por meio de exemplos. Então, aproveite o momento para se inspirar com a história de Nevaldo Rocha, dono das lojas Riachuelo. Boa leitura!

Por que é essencial classificar corretamente os custos e despesas da franquia?

O gerenciamento financeiro de uma empresa envolve a análise dos custos e despesa, e é uma atividade inerente a qualquer tipo de negócio. Apesar de essas expressões serem utilizadas praticamente como sinônimos, trata-se de termos com significados bem distintos. O ambiente corporativo exige o conhecimento mais a fundo sobre o que esses conceitos significam. Dessa forma, fica mais fácil estabelecer metas, tomar decisões, fazer a gestão das operações e garantir a expansão do negócio.

Se você é empresário e se preocupa com o desempenho do seu negócio, este artigo foi feito para você. Vamos abordar as principais diferenças entre custos e despesas e por que eles devem ser classificados de forma correta para obter sucesso em uma franquia. Continue a leitura!

O que são custos?

Custo consiste em todo e qualquer capital que é investido diretamente no momento de produção ou de oferta de serviços em um empreendimento. Essa aplicação é essencial para a rotina de um negócio, uma vez que é a partir dele que a empresa consegue operar de forma efetiva.

Dessa maneira, é certo afirmar que se uma empresa quer aumentar o volume da sua cadeia de produção, deve aumentar os valores considerados como custos.

Podemos citar como exemplos de custo: matéria-prima, mão de obra, gastos relativos à manutenção e conservação do ambiente, máquinas e equipamentos etc.

Além disso, é muito importante mencionar que o valor aplicado é considerado como gasto, em seu estágio inicial. Contudo, ele será transformado em custo a partir do momento em que começa a ser utilizado. Assim, uma matéria-prima que foi adquirida com o fornecedor é inicialmente um gasto. Depois que ela sai do estoque e é empregada na composição de algum produto, passa a ser um custo.

O que são despesas?

A despesa envolve os gastos que são direcionados com atividades ligadas à administração da empresa. Trata-se do valor essencial que é utilizado para manter a estrutura do negócio, contudo, não é empregado de forma direta na produção de nenhuma mercadoria ou serviço.

Podemos citar como exemplos: despesas com aluguel, água, luz, remuneração da equipe que trabalha na administração, funcionários da área financeira, de recursos humanos, marketing etc.

Quais as diferenças entre custos e despesas?

Os custos se referem diretamente à produção ou à atividade-fim realizada pelo negócio. Por outro lado, as despesas estão relacionadas aos gastos com a manutenção efetiva da empresa, e não se envolvem nas operações de produção propriamente ditas.

Os custos, assim como as despesas, podem ser fixos — mantendo uma média de valor necessário ao longo dos meses — ou, então, variáveis, se o valor oscila conforme as necessidades e características do negócio.

Assim, a variação leva em conta o volume da produção de determinado mês, por exemplo. Já as despesas variam de acordo com as comissões que são pagas aos vendedores, não consideradas gastos fixos.

Por que é fundamental classificá-los corretamente?

Vamos apresentar, a seguir, os motivos pelos quais é importante fazer uma distinção e a correta classificação dos custos e despesas. Confira.

Seleção de gastos que mais impactam a empresa

A empresa que faz um planejamento financeiro consegue conhecer melhor a influência dos custos e despesas no seu orçamento e como eles impactam os seus negócios. Nesse relatório constam projeções, as receitas, custos e despesas decorrentes de todas as áreas de operação.

Essas informações permitem que os gestores conheçam melhor como funciona a movimentação dos recursos. Dessa forma, torna-se possível fazer a divisão mais precisa dos valores que são necessários para cada segmento, bem como conhecer quais são as prioridades daquele momento.

Viabilidade dos produtos

É muito importante conhecer as condições do mercado para saber se o produto ou serviço serão bem-vindos. Nesse sentido, veja se os consumidores que você considera seu público-alvo têm interesse em adquirir os seus produtos. A partir daí você deve considerar os gastos e despesas que a empresa terá de arcar com a fabricação dessas mercadorias ou oferecimento de serviços.

Adequação da margem

A apuração eficiente dos custos e despesas permite conhecer e analisar melhor a margem de contribuição por produto.

A margem consiste na apuração do valor restante obtido com a venda de um produto ou serviço. Ele é calculado ao levarmos em consideração o faturamento bruto subtraído dos gastos necessários para a venda e do custo necessário para a sua produção.

Dessa forma, a margem de contribuição avalia se o produto apresenta um custo-benefício apropriado. Se a margem for pequena, provavelmente sua produção não vale a pena.

Decisões gerenciais pensadas estrategicamente

O gestor que conhece melhor as diferenças entre custos e despesas consegue direcionar melhor as decisões gerenciais com o intuito de gerar cortes de gastos sem que essa atitude cause prejuízos para a empresa.

Assim, ele pode determinar a redução das despesas de forma que isso não implique, diretamente, na produção final. Por outro lado, se ele tomar a decisão de diminuir os custos, poderá comprometer a qualidade dos produtos que são produzidos.

Podemos citar como exemplos de iniciativas que reduzem os gastos: pesquisar os fornecedores, reaproveitar materiais recicláveis, utilizar energia solar, adotar equipamentos mais produtivos e modernos etc.

Além disso, outra maneira de melhorar a estratégia dos gestores é investir em softwares automatizados que garantem uma gestão financeira mais eficiente. Essa tecnologia gera vantagem competitiva, uma vez que permite recolher e analisar o histórico dos custos e despesas da empresa nos últimos períodos, e, assim, identificar uma média ideal a ser aplicada.

Ter um conhecimento atualizado e aprofundado sobre os custos e despesas da sua empresa ajuda a monitorar e controlar os processos de produção. Essa medida garante as melhores oportunidades e diminui os gastos excessivos que podem ser cortados, sem causar impactos diretos nem comprometer as atividades essenciais do negócio.

Por isso, é importante buscar um modelo de franquias bem estruturado e com uma boa orientação, para que o seu empreendimento não apresente problemas nem amargue prejuízos e fracassos no futuro.

Sua franquia se preocupa com o monitoramento e a redução de custos e despesas? Você quer otimizar essa função dentro do seu negócio? Entre em contato conosco! Nós podemos ajudá-lo a direcionar melhor os recursos e diminuir os seus gastos!

JUMPER! lança ação que leva alunos à Disney

Alunos passarão uma semana em Orlando com tudo pago

Com o objetivo de promover imersão cultural aos seus alunos, a rede de ensino de idiomas e cursos profissionalizantes JUMPER! lançou o projeto Inter Tour, onde o aluno do curso de inglês, ganha um intercâmbio cultural de uma semana nos Estados Unidos.

“Pensando nos alunos, que há tempos nos pedem um intercâmbio, criamos o Inter Tour, que beneficiará principalmente os jovens das classes C e D. Sabemos que não é fácil se planejar financeiramente para fazer uma viagem dessas. Por isso, unimos o útil ao agradável. Nosso aluno vai terminar o curso fluente em inglês, e vai ganhar a experiência de ir para Orlando, passar uma semana conhecendo a cultura local, além de se divertir nos parques da Disney. Vamos proporcionar a realização de um sonho, e uma experiência cultural que marcará para sempre a vida deles”, conta Everton Sabú, diretor da rede de escolas.

Gustavo Tissot, franqueado de uma das unidades JUMPER!, considera o lançamento do Inter Tour, muito mais que um marco na história da rede de escolas, mas principalmente o cumprimento da missão da empresa que é promover o desenvolvimento humano. “Trabalhamos em nosso dia a dia com adolescentes, e muitos deles conhecemos suas histórias, sabemos dos seus sonhos, e suas condições de vida. A maioria não teria esta oportunidade de viajar para o exterior tão cedo. Proporcionar esta experiência para eles será algo muito gratificante para todos nós”, conta.

Segundo Gustavo, a procura por cursos de inglês nunca diminuiu, mas a retenção dos alunos é um dos desafios das escolas de idiomas, principalmente das que tem o público adolescente. “Adolescente costuma ser mais instável, e mudar de ideia com relação aos seus objetivos. O que é absolutamente normal nesta fase, afinal estão buscando e entendendo melhor suas identidades. Por isso, um incentivo para que se mantenham focados é extremamente importante. Acredito que incentivar com a possibilidade de uma viagem incrível, com os colegas de classe e professores, vai fazer com que o aprendizado se torne mais leve, e que seja mais fácil manter a disciplina nos estudos”, afirma.

“Eu ganhei uma motivação extra para cursar e concluir o inglês. Eu sempre tive o sonho de conhecer a Disney, e agora vejo que é possível estar lá. Basta eu não faltar mais as aulas. Estou muito empolgado em saber que daqui alguns anos estarei fluente em inglês e ainda vou poder conhecer pessoalmente o Mickey”, comemora o estudante da unidade JUMPER! Portão – Curitiba-PR, Bruno Grudeski de 17 anos.

Para ganhar a viagem, os alunos precisam ter mais de 12 anos, obter freqüência de no mínimo de 80% nas aulas, e concluir todos os módulos do curso de inglês.