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Ex Office boy fatura hoje R$ 3 milhões com rede de escolas

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Conheça Everton Sabu, o empresário inovador que está transformando a educação no Brasil

Nascido em Corumbá, Mato Grosso do Sul, Everton tinha o sonho de ser fazendeiro. Mas com o passar dos anos, e as dificuldades financeiras batendo à porta da sua casa, se viu obrigado a deixar este sonho de lado, e procurar emprego para ajudar à família. Com o pai desempregado, sua mãe vendia doces para ajudar a sustentar os cinco filhos.  Everton não pensou duas vezes quando apareceu uma oportunidade de ser Office boy em uma grande indústria da região.

“O calor escaldante da cidade e as muitas caminhadas, não foram nada fáceis, mas foi de onde tirei um aprendizado que carrego comigo até hoje”, conta Sabú, que ao entregar um documento ao dono da empresa, resolveu questioná-lo. “O que faço para um dia ser como você?” falou timidamente.  A resposta ele se lembra até hoje. “Se capacite. Não é possível chegar a lugar nenhum sem esforço”, respondeu o chefe sem saber a grande influência que exercera sobre o menino naquele momento.

A partir daí, foi o que Everton mais fez. E quando já estava colhendo os frutos e crescendo na empresa, viu-se obrigado a mudar para a cidade de Três Lagoas para acompanhar o novo trabalho do pai. Foram oito meses desempregado, e muitas dificuldades, quando o primeiro emprego na nova cidade surgiu. “Eu estava com 17 anos, e não contratavam ninguém nesta idade devido ao alistamento militar. Mas eu fiz um desafio ao meu novo chefe. Eu tinha convicção que não seria chamado a servir. Mas caso fosse, eu devolveria tudo o que ele tivesse me pago. Eu precisava do emprego, e praticamente me contratei para a vaga”, lembra-se entre risos.

Everton que já tinha aprendido a lição, do que era necessário para ser um bom funcionário, rapidamente se destacou, e conquistou em pouco tempo altos postos dentro da empresa, a conhecida em todo Brasil, Pernambucanas. “Aos 21 anos eu já era gerente e com um bom salário”, conta.

Recém casado, sua primeira filha chegou quando ele ainda pagava as contas do casamento. E a segunda também veio na seqüência, e o então gerente, se viu na crise que acomete muitos pais nesta fase. “Eu ganhava razoavelmente bem, mas ainda não era suficiente para realizar os meus sonhos e da minha família. Eu vivia para pagar contas, não tinha dinheiro para viajar, queria ter minha casa própria, um carro legal, e não me sentia mais feliz em trabalhar como empregado” relembra.

O empreendedor

E foi com o desejo de mudança, que mesmo com receio, Everton pediu demissão das Pernambucanas e uniu-se ao cunhado que também tinha os mesmos anseios, e gosto pelo segmento de educação.  Juntos decidiram criar uma escola de cursos profissionalizantes, a Pet Cursos. Na época cada um com uma escola, testaram modelos e metodologias de ensino.  “Eu dava aula, prospectava alunos, atendia, gerenciava, e todo esse processo era muito novo e desafiador para mim”, conta Everton.

As dificuldades

A primeira dificuldade apareceu ao final do primeiro ano da escola. Os alunos haviam se formado, e junto com a época de férias, o fim do contrato dos alunos. “Eu estava com 18 cheques sem fundo, devendo a muitos fornecedores, e passei a virada de ano com apenas R$ 70,00 no bolso”, relembra emocionado.

A volta por cima

“Eu não pensei em desistir, mas passei em claro a virada do ano, escrevendo em um computador 386, as possíveis estratégias para sair daquela situação. E coloquei uma meta ousada, de conquistar 100 novos alunos em Janeiro”, recorda.

Everton conta que escrever foi libertador, ganhou novo fôlego e é como se estivesse virado a chave do seu futuro. No dia seguinte, negociou com os fornecedores, e principalmente com a gráfica, onde pediu uma segunda chance, e um prazo maior para pagar as dívidas. Com novo material de divulgação, ele saía todas as manhãs para distribuir panfletos pela cidade.

“Saía às cinco da manhã, com milhares de panfletos, um tubo de cola e uma meta clara em minha mente”, relembra.

Desta forma, Everton conseguiu 100 novos alunos em Janeiro, e mais 100 em Fevereiro, e a grande virada começou. Seis meses depois, Everton comprava seu primeiro carro zero. Um sonho realizado em pouco tempo, porém depois de muito esforço.

E quem quase fechou as portas, agora tinha a meta de finalizar o ano com 10 unidades próprias.

A franquia

Já com cinco escolas e motivados pelo sucesso, os sócios receberam a proposta da mãe de uma aluna, que gostaria de ter uma escola como a deles. A “semente” da franquia estava plantada.

Depois de alguns meses estudando o assunto, seu modelo estava pronto, e a expansão Pet Cursos a todo vapor.  Na franquia implantaram um pouco do seu DNA: uma empresa voltada ao desenvolvimento humano, com baixo investimento, ideal para quem estava precisando mudar de vida, porém com poucos recursos.

Novas dificuldades

Com a facilidade de abrir uma franquia, o modelo atraiu muitas pessoas, e o crescimento foi rápido, porém desorganizado. Muitos empresários abriram suas franquias, mas em pouco tempo fechavam as portas, enquanto outros lucravam e cresciam.

E esta falta de padrão, frustrou os planos dos sócios. O cunhado Fernando, decidiu optar por outro ramo e vendeu sua parte na sociedade. Já Everton recorreu ao conselho do seu primeiro chefe, era necessário estudar o mercado.

Com MBA em Franchising, Everton se reinventou, organizou novo padrão na rede, e fundou a Jumper Cursos Profissionalizantes.

 

Abra-seu-próprio-negócio

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A JUMPER! Franchising

Com novo modelo de gestão, Everton reformulou toda a rede, tomando medidas necessárias. Entre elas, um teste de perfil empreendedor dos franqueados. “A partir das mudanças, tivemos unidades que passaram de um patamar de faturamento de 35 para 150 mil”, comemora Sabú.

O novo modelo das franquias, conta com consultorias e treinamentos de gestão periódicos, ministrados pelo próprio Everton, para que os franqueados tenham mais segurança em gerir suas escolas.

A metodologia de ensino coloca a Jumper como uma das escolas pioneiras do Brasil, que permite ao aluno aprendizado de alto nível, em curto espaço de tempo, preparando-o para o mercado de trabalho. “Com o Formatec, o aluno pode fazer vários cursos em um, podendo assim sair qualificado para diversas áreas de atuação”, esclarece Sabú.

A junção da metodologia de ensino, com o novo modelo de franquia, garantiu ao empresário um negócio sólido e lucrativo, e coloca a rede de escolas, entre as melhores franquias do país para quem deseja investir em um novo negócio.

Com a frase “O sucesso é 1% de inspiração, e 99% de transpiração”, Everton dá a dica para quem deseja empreender. “O fracasso é desistir. Quem deseja ter sucesso, deve sempre procurar formas de se capacitar, estar atento ao mercado, mas principalmente continuar firme no propósito que te fez iniciar o seu negócio”, afirma.

Na contramão da crise, A JUMPER! Franchising começou o ano com 150 franquias espalhadas em todo Brasil. Localizada estrategicamente no coração da cidade de Curitiba/PR a central franqueadora implantou, juntamente a sede administrativa, uma escola piloto que serve de ambiente para treinamento de franqueados e colaboradores, proporcionando assim um aprimoramento constante de toda expertise técnica e prática necessária para o sucesso de suas franquias.

Até o final de 2018, a previsão de faturamento é de R$ 3 milhões e abertura de mais de 48 franquias.

 

 

 

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